25/05/2020
Bancos boicotam feriado nesta segunda-feira (25)

Em reunião com a coordenação do Comando Nacional dos Bancários, a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) informou que os bancos não vão aderir ao feriado estadual da Revolução Constitucionalista, antecipado para esta segunda-feira (25), como um esforço para barrar a curva ascendente de contaminação e mortes por coronavírus.
Os bancos alegam que teriam que abrir por serem considerados serviços essenciais, de acordo com o decreto 10.232, de 20 de março de 2020. Com isso, o Comando está cobrando o pagamento das horas extras para todos os bancos.
A Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) aprovou na madrugada desta sexta-feira (22) o projeto de lei que antecipa para a próxima segunda-feira (25) o feriado estadual da Revolução Constitucionalista, celebrado em 9 de julho.
“O boicote ao feriado é uma irresponsabilidade dos bancos diante de uma medida tomada pelo poder público a fim de diminuir o número cada vez maior de contaminados e mortos por covid-19. E mostra que os banqueiros estão mais preocupados com os lucros do que com a saúde e as vidas dos seus trabalhadores”, disse Juvandia Moreira, presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e uma das coordenadoras do Comando Nacional.
"Diante da negativa da Fenaban de respeitar a decisão do governo do Estado, permaneceremos atentos, cobrando dos bancos o cumprimento das condições negociadas para que seja garantida a segurança e saúde da categoria. Exigimos, ainda, o pagamento de horas extras aos bancários que trabalharem na data", ressalta o presidente do Sindicato, Roberto Carlos Vicentim.
O Sindicato está monitorando todos os locais de trabalho e alertando os bancários. Se você constatar algum procedimento que coloque em risco sua saúde ou sofrer qualquer tipo de pressão, denuncie ao Sindicato!
"Diante da negativa da Fenaban de respeitar a decisão do governo do Estado, permaneceremos atentos, cobrando dos bancos o cumprimento das condições negociadas para que seja garantida a segurança e saúde da categoria. Exigimos, ainda, o pagamento de horas extras aos bancários que trabalharem na data", ressalta o presidente do Sindicato, Roberto Carlos Vicentim.
O Sindicato está monitorando todos os locais de trabalho e alertando os bancários. Se você constatar algum procedimento que coloque em risco sua saúde ou sofrer qualquer tipo de pressão, denuncie ao Sindicato!
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