19/03/2020
Caixa reduz juros e suspende pagamento de dívidas para pessoas físicas e empresas
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A Caixa Econômica Federal anunciou, nesta quinta-feira (19), um amplo pacote de medidas de apoio à economia, afetada pela pandemia do coronavírus e reduziu juros nas linhas de crédito, seguindo o Banco Central que cortou a taxa básica, Selic.
Entre as medidas, suspendeu por 60 dias o pagamento de dívidas para pessoas físicas, incluindo o empréstimo habitacional. As empresas, especialmente micro e pequenas também terão a mesma facilidade, com redução do custo do crédito, renegociação de contratos e prazo de carência.
Para Fabiana Uehara Proscholdt, secretária da Cultura e representantes da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) nas negociações com o banco, este é exatamente o papel social que a Caixa, como banco público, precisa ter. “A medida é fundamental porque libera a renda e, portanto, retira as pessoas de um aperto financeiro num momento de crise. Este movimento significa um incentivo à demanda e irá reduzir os efeitos da crise sobre a economia. Agora, falta o banco se preocupar mais com os seus empregados e tomar medidas mais efetivas para proteger a saúde deles.”
O banco reduziu juros para pessoas físicas, especialmente crédito pessoal: a taxa do consignado baixou para 0,99% ao mês, do empréstimo pessoal para 2,17% ao mês e do penhor, para 1,99% ao mês.
No caso de micro e pequenas empresas, o corte nos juros chegou a 45% nas linhas de capital de giro, com taxas a partir de 0,56% ao mês. Haverá prazo de carência de até 60 dias nas operações parceladas, nessa modalidade e renegociação dos contratos.
Para as empresas dos setores do comércio e de serviços, mais afetadas pela crise, a Caixa vai oferecer linhas especiais com prazo de carência de até seis meses.
As taxas também foram reduzidas nas modalidades destinadas a compra de máquinas e equipamentos, com prazo de carência de 60 dias.
“O ideal é que essa resolução se estenda obrigatoriamente a todos os bancos, que distribuíram mais de 54 bilhões de reais em dividendos aos seus acionistas, no ano passado. Eles devem agora dar sua contraparte à sociedade que lhes garantiu esse ganho”, completou Fabiana.
Para evitar que os clientes precisem comparecer às agências e facilitar compras pela internet, a Caixa vai oferecer, de forma gratuita, o cartão de débito virtual a todos os correntistas e poupadores.
Os clientes também poderão renovar o contrato de penhor pelo site da Caixa e canal de Telesserviço. Na quarta-feira (18), a Caixa já havia anunciado que limitaria o acesso de clientes e abriria uma hora mais cedo para grupos de risco. Fluxo de pessoas no interior das agências será limitado a, no máximo, 50% da capacidade dos assentos das unidades.
Entre as medidas, suspendeu por 60 dias o pagamento de dívidas para pessoas físicas, incluindo o empréstimo habitacional. As empresas, especialmente micro e pequenas também terão a mesma facilidade, com redução do custo do crédito, renegociação de contratos e prazo de carência.
Para Fabiana Uehara Proscholdt, secretária da Cultura e representantes da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) nas negociações com o banco, este é exatamente o papel social que a Caixa, como banco público, precisa ter. “A medida é fundamental porque libera a renda e, portanto, retira as pessoas de um aperto financeiro num momento de crise. Este movimento significa um incentivo à demanda e irá reduzir os efeitos da crise sobre a economia. Agora, falta o banco se preocupar mais com os seus empregados e tomar medidas mais efetivas para proteger a saúde deles.”
O banco reduziu juros para pessoas físicas, especialmente crédito pessoal: a taxa do consignado baixou para 0,99% ao mês, do empréstimo pessoal para 2,17% ao mês e do penhor, para 1,99% ao mês.
No caso de micro e pequenas empresas, o corte nos juros chegou a 45% nas linhas de capital de giro, com taxas a partir de 0,56% ao mês. Haverá prazo de carência de até 60 dias nas operações parceladas, nessa modalidade e renegociação dos contratos.
Para as empresas dos setores do comércio e de serviços, mais afetadas pela crise, a Caixa vai oferecer linhas especiais com prazo de carência de até seis meses.
As taxas também foram reduzidas nas modalidades destinadas a compra de máquinas e equipamentos, com prazo de carência de 60 dias.
“O ideal é que essa resolução se estenda obrigatoriamente a todos os bancos, que distribuíram mais de 54 bilhões de reais em dividendos aos seus acionistas, no ano passado. Eles devem agora dar sua contraparte à sociedade que lhes garantiu esse ganho”, completou Fabiana.
Para evitar que os clientes precisem comparecer às agências e facilitar compras pela internet, a Caixa vai oferecer, de forma gratuita, o cartão de débito virtual a todos os correntistas e poupadores.
Os clientes também poderão renovar o contrato de penhor pelo site da Caixa e canal de Telesserviço. Na quarta-feira (18), a Caixa já havia anunciado que limitaria o acesso de clientes e abriria uma hora mais cedo para grupos de risco. Fluxo de pessoas no interior das agências será limitado a, no máximo, 50% da capacidade dos assentos das unidades.
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