01/11/2019
Juros: Copom reduz taxa Selic pela terceira vez seguida, para 5% ao ano

O cenário do Copom supõe que a recuperação da economia ocorrerá em ritmo gradual
(Imagem: Pixabay)
O Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central, decidiu, por unanimidade, reduzir a taxa Selic para 5,00% ao ano, na quarta-feira (30). Essa é a terceira redução seguida. Com a decisão, a Selic está no menor nível desde o início da série histórica do Banco Central, em 1986.
A reportagem é da Rede Brasil Atual.
De outubro de 2012 a abril de 2013, a taxa foi mantida em 7,25% ao ano e passou a ser reajustada gradualmente até alcançar 14,25% ao ano em julho de 2015. Em outubro de 2016, o Copom voltou a reduzir os juros básicos da economia até que a taxa chegasse a 6,5% ao ano em março de 2018, só voltando a ser reduzida em julho deste ano.
Segundo o Copom, “indicadores de atividade econômica divulgados desde a reunião anterior do Copom reforçam a continuidade do processo de recuperação da economia brasileira. O cenário do Copom supõe que essa recuperação ocorrerá em ritmo gradual”.
Já sobre o cenário externo, o Comitê afirma que “a provisão de estímulos monetários adicionais nas principais economias, em contexto de desaceleração econômica e de inflação abaixo das metas, tem sido capaz de produzir ambiente relativamente favorável para economias emergentes. Entretanto, o cenário segue incerto e os riscos associados a uma desaceleração mais intensa da economia global permanecem.
O Comitê também avalia que diversas medidas de inflação subjacente encontram-se em níveis confortáveis, inclusive os componentes mais sensíveis ao ciclo econômico e à política monetária. As expectativas de inflação para 2019, 2020, 2021 e 2022 apuradas pela pesquisa Focus, do BC, encontram-se em torno de 3,3%, 3,6%, 3,75% e 3,5%, respectivamente.
A reportagem é da Rede Brasil Atual.
De outubro de 2012 a abril de 2013, a taxa foi mantida em 7,25% ao ano e passou a ser reajustada gradualmente até alcançar 14,25% ao ano em julho de 2015. Em outubro de 2016, o Copom voltou a reduzir os juros básicos da economia até que a taxa chegasse a 6,5% ao ano em março de 2018, só voltando a ser reduzida em julho deste ano.
Segundo o Copom, “indicadores de atividade econômica divulgados desde a reunião anterior do Copom reforçam a continuidade do processo de recuperação da economia brasileira. O cenário do Copom supõe que essa recuperação ocorrerá em ritmo gradual”.
Já sobre o cenário externo, o Comitê afirma que “a provisão de estímulos monetários adicionais nas principais economias, em contexto de desaceleração econômica e de inflação abaixo das metas, tem sido capaz de produzir ambiente relativamente favorável para economias emergentes. Entretanto, o cenário segue incerto e os riscos associados a uma desaceleração mais intensa da economia global permanecem.
O Comitê também avalia que diversas medidas de inflação subjacente encontram-se em níveis confortáveis, inclusive os componentes mais sensíveis ao ciclo econômico e à política monetária. As expectativas de inflação para 2019, 2020, 2021 e 2022 apuradas pela pesquisa Focus, do BC, encontram-se em torno de 3,3%, 3,6%, 3,75% e 3,5%, respectivamente.
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