30/10/2019
Trabalhadores vão a Brasília nesta quarta-feira (30) em defesa da soberania, por direitos e empregos

(Arte: CUT)
Nesta quarta-feira (30), diversas categorias profissionais, entre elas os bancários, estarão em Brasília para um grande ato em defesa dos direitos e da soberania nacional. A concentração está marcada para as 10h, em frente ao Teatro Nacional. Na programação da mobilização está prevista uma marcha que vai passar por vários ministérios, entre eles o de Minas e Energia, que é responsável pela questão do petróleo; da Educação, responsável por uma série de transformações e ataques ao setor, com possibilidade de privatização das universidades públicas e ainda uma queda de investimento na educação básica; e o da Economia, pasta de Paulo Guedes, defensor das privatizações.
O governo Bolsonaro já é responsável pelo maior retrocesso social e trabalhista da história do Brasil. O resultado da reforma trabalhista foi o aumento do desemprego e da informalidade. Com a aprovação da reforma da Previdência, trabalhadores que contribuíram a vida inteira com o INSS não vão conseguir se aposentar.
“A população está se dando conta dos reais planos do governo, que visam beneficiar exclusivamente o setor patronal, por meio do rebaixamento de salários e das condições de trabalho para milhões de trabalhadores, instituindo como regra a precarização nas relações laborais. Isso inclui prejuízos para o SUS (para a Sistema Único de Saúde) e para a Previdência Social, que sofrerão impactos negativos devido à redução dos recolhimentos mensais, fruto de um projeto completamente incoerente e que só gera proveito para o poder econômico. É preciso reagir e reforçar nossa mobilização contra o desmonte dos direitos conquistados. A luta é o caminho!”, destaca o presidente do Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região, Roberto Carlos Vicentim.
Em defesa dos bancos públicos
Na terça-feira (29), véspera do ato, dirigentes sindicais bancários participaram do Seminário Nacional em Defesa dos Bancos Públicos, realizado em parceria com a Federação Nacional das Associações de Pessoal da Caixa – Fenae.
Além de trazer atualizações dos processos de desmonte em andamento, o seminário apresentou a visão de outros setores da economia sobre a importância dos serviços públicos e das políticas públicas operacionalizadas por esses bancos.
> Assista na íntegra do Seminário Nacional em Defesa dos Bancos Públicos aqui
Defesa do patrimônio
O ato desta quarta (30) é chamado pela CUT e foi definido durante o 13º Congresso Nacional da CUT, que elegeu o metalúrgico Sérgio Nobre como o novo presidente da Central.
“O governo Bolsonaro está destruindo a Amazônia, a legislação trabalhista, tem planos para destruir a estrutura sindical e quer entregar nossas empresas estatais”, ressalta Sérgio Nobre.
Em seu site, a CUT lembra que o governo se prepara para acelerar o pacote de privatizações, que tem pelo menos 17 estatais listadas, entre Eletrobras e Correios, além de Petrobras que não está no anúncio inicial, mas é a joia da coroa que Guedes que vender para petrolíferas internacionais, assim como os bancos públicos - Caixa e Banco do Brasil -, responsáveis pelo desenvolvimento do país.
O governo Bolsonaro já é responsável pelo maior retrocesso social e trabalhista da história do Brasil. O resultado da reforma trabalhista foi o aumento do desemprego e da informalidade. Com a aprovação da reforma da Previdência, trabalhadores que contribuíram a vida inteira com o INSS não vão conseguir se aposentar.
“A população está se dando conta dos reais planos do governo, que visam beneficiar exclusivamente o setor patronal, por meio do rebaixamento de salários e das condições de trabalho para milhões de trabalhadores, instituindo como regra a precarização nas relações laborais. Isso inclui prejuízos para o SUS (para a Sistema Único de Saúde) e para a Previdência Social, que sofrerão impactos negativos devido à redução dos recolhimentos mensais, fruto de um projeto completamente incoerente e que só gera proveito para o poder econômico. É preciso reagir e reforçar nossa mobilização contra o desmonte dos direitos conquistados. A luta é o caminho!”, destaca o presidente do Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região, Roberto Carlos Vicentim.
Em defesa dos bancos públicos
Na terça-feira (29), véspera do ato, dirigentes sindicais bancários participaram do Seminário Nacional em Defesa dos Bancos Públicos, realizado em parceria com a Federação Nacional das Associações de Pessoal da Caixa – Fenae.
Além de trazer atualizações dos processos de desmonte em andamento, o seminário apresentou a visão de outros setores da economia sobre a importância dos serviços públicos e das políticas públicas operacionalizadas por esses bancos.
> Assista na íntegra do Seminário Nacional em Defesa dos Bancos Públicos aqui
Defesa do patrimônio
O ato desta quarta (30) é chamado pela CUT e foi definido durante o 13º Congresso Nacional da CUT, que elegeu o metalúrgico Sérgio Nobre como o novo presidente da Central.
“O governo Bolsonaro está destruindo a Amazônia, a legislação trabalhista, tem planos para destruir a estrutura sindical e quer entregar nossas empresas estatais”, ressalta Sérgio Nobre.
Em seu site, a CUT lembra que o governo se prepara para acelerar o pacote de privatizações, que tem pelo menos 17 estatais listadas, entre Eletrobras e Correios, além de Petrobras que não está no anúncio inicial, mas é a joia da coroa que Guedes que vender para petrolíferas internacionais, assim como os bancos públicos - Caixa e Banco do Brasil -, responsáveis pelo desenvolvimento do país.
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