02/05/2019
Lucro do Santander aumenta 22% no primeiro trimestre de 2019 e chega a R$ 3,485 bilhões
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O lucro líquido gerencial do Santander alcançou R$ 3,485 bilhões no primeiro trimestre de 2019, expansão de 21,9% em relação ao mesmo período do ano passado. Com esse montante, o Brasil passa a contribuir com 29% do resultado global do conglomerado espanhol, bem a frente do segundo colocado: a Espanha, com 16% do resultado global.
As receitas com tarifas e prestação de serviços apresentaram elevação de 9,5%, chegando a R$ 4,529 bilhões nos três primeiros meses do ano. Apenas com essa receita o Santander cobre 195% do total de suas despesas de pessoal, inclusive PLR.
Mesmo com altos lucros, no primeiro trimestre de 2019, o banco abriu apenas 220 postos, menos da metade do número de postos fechados em 2018 (623). A holding encerrou 2018 com 48.232 empregados. A filial brasileira encerrou o primeiro trimestre com 48.232 funcionários, o que representa um fechamento de 623 postos de trabalho quando comparado ao mesmo período de 2018.
Na avaliação de Luiz Eduardo Campolungo, diretor do Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região, os dados referentes à lucratividade divulgados pelo Santander demonstram que o banco deveria distribuir melhor seus rendimentos, revertendo seus lucros aos funcionários, com melhorias nos planos de saúde e previdência, por exemplo.
"Mesmo com um crescimento de 22% no primeiro trimestre de 2019 em comparação com o mesmo período do ano passado, a direção brasileira do Santander segue na contramão, demitindo. O banco apresenta condições e possui a responsabilidade social de ofertar um retorno à sociedade e aos trabalhadores por meio da geração de empregos, redução de juros e tarifas e, sobretudo, respeito aos acordos coletivos de trabalho", ressalta o diretor.
As receitas com tarifas e prestação de serviços apresentaram elevação de 9,5%, chegando a R$ 4,529 bilhões nos três primeiros meses do ano. Apenas com essa receita o Santander cobre 195% do total de suas despesas de pessoal, inclusive PLR.
Mesmo com altos lucros, no primeiro trimestre de 2019, o banco abriu apenas 220 postos, menos da metade do número de postos fechados em 2018 (623). A holding encerrou 2018 com 48.232 empregados. A filial brasileira encerrou o primeiro trimestre com 48.232 funcionários, o que representa um fechamento de 623 postos de trabalho quando comparado ao mesmo período de 2018.
Na avaliação de Luiz Eduardo Campolungo, diretor do Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região, os dados referentes à lucratividade divulgados pelo Santander demonstram que o banco deveria distribuir melhor seus rendimentos, revertendo seus lucros aos funcionários, com melhorias nos planos de saúde e previdência, por exemplo.
"Mesmo com um crescimento de 22% no primeiro trimestre de 2019 em comparação com o mesmo período do ano passado, a direção brasileira do Santander segue na contramão, demitindo. O banco apresenta condições e possui a responsabilidade social de ofertar um retorno à sociedade e aos trabalhadores por meio da geração de empregos, redução de juros e tarifas e, sobretudo, respeito aos acordos coletivos de trabalho", ressalta o diretor.
A rentabilidade sobre o patrimônio líquido do banco atingiu o patamar de 21,1%, crescimento de dois pontos percentuais em relação ao 1º trimestre de 2018.
O banco apresentou crescimento de 8% em suas receitas de intermediação financeira, com destaque para as receitas de operações de crédito e as receitas de câmbio.
Do lado das despesas de intermediação financeira as despesas de captação caíram 3,5% e as despesas com provisão para devedores duvidosos tiveram queda de 2,1%;
A carteira de crédito do banco chegou a R$ 310,714 bilhões no trimestre alta de 10,8% em relação ao mesmo período do ano anterior.
No segmento Pessoa Física o crédito teve forte elevação de 20,1%, com destaque para veículos, cartão de crédito e consignado. A carteira de financiamento ao consumo originada nos correspondentes bancários contratados pelo Santander cresceu 18%. Já no segmento Pessoa Jurídica o crédito teve queda de 0,3%.
O índice de inadimplência do Santander passou de 2,9% da carteira de crédito em março de 2018 para 3,1% em março de 2019.
O banco apresentou crescimento de 8% em suas receitas de intermediação financeira, com destaque para as receitas de operações de crédito e as receitas de câmbio.
Do lado das despesas de intermediação financeira as despesas de captação caíram 3,5% e as despesas com provisão para devedores duvidosos tiveram queda de 2,1%;
A carteira de crédito do banco chegou a R$ 310,714 bilhões no trimestre alta de 10,8% em relação ao mesmo período do ano anterior.
No segmento Pessoa Física o crédito teve forte elevação de 20,1%, com destaque para veículos, cartão de crédito e consignado. A carteira de financiamento ao consumo originada nos correspondentes bancários contratados pelo Santander cresceu 18%. Já no segmento Pessoa Jurídica o crédito teve queda de 0,3%.
O índice de inadimplência do Santander passou de 2,9% da carteira de crédito em março de 2018 para 3,1% em março de 2019.
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