08/03/2019
Mulheres ainda encontram mais dificuldades para crescer na carreira no setor financeiro

(Arte: Fabiana Tamashiro)
De acordo com dados do Censo da Diversidade 2014, mesmo com mais anos de escolaridade e representando praticamente metade da categoria bancária (48,3%) e sendo a maioria no Sudeste (51,9%), as mulheres ainda ganham menos e enfrentam maiores barreiras para ascender na carreira no setor financeiro.
O Censo da Diversidade é um importante instrumento para se compreender com dados o machismo sentido na pele pelas mulheres dentro do setor financeiro. A partir desse diagnóstico, o movimento sindical ganha mais fundamentos para cobrar dos bancos medidas que garantam maior equidade de gênero no setor.
O Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) de 2018, do Ministério da Economia, também revela a disparidade salarial entre homens e mulheres nos bancos.
A equidade de gêneros é bandeira antiga do Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região. Em 2000, garantiu-se a cláusula de Igualdade de Oportunidades, da qual vieram conquistas como a ampliação da licença-maternidade de quatro para seis meses e a licença-paternidade ampliada de 20 dias, condicionada a realização de curso de paternidade responsável. Já na Campanha Nacional de 2018 foi conquistado o compromisso de realização de novo Censo da Diversidade. Além disso, barrou-se a intenção dos bancos de pagar PLR menor para bancárias em licença-maternidade. "Os dados mostram que há muito que avançar. Por isso nossa luta contra o machismo e por melhores condições de trabalho para as mulheres tem de ser permanente", reforça o presidente do Sindicato, Roberto carlos Vicentim.
No próximo dia 12 será realizada mesa temática de Igualdade de Oportunidades, a primeira do calendário de negociações com a Fenaban em 2019, na qual a representação dos bancários irá cobrar novos avanços e nenhum retrocesso.
Confira abaixo os dados que revelam como o machismo está fortemente presente no sistema financeiro:
O Censo da Diversidade é um importante instrumento para se compreender com dados o machismo sentido na pele pelas mulheres dentro do setor financeiro. A partir desse diagnóstico, o movimento sindical ganha mais fundamentos para cobrar dos bancos medidas que garantam maior equidade de gênero no setor.
O Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) de 2018, do Ministério da Economia, também revela a disparidade salarial entre homens e mulheres nos bancos.
A equidade de gêneros é bandeira antiga do Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região. Em 2000, garantiu-se a cláusula de Igualdade de Oportunidades, da qual vieram conquistas como a ampliação da licença-maternidade de quatro para seis meses e a licença-paternidade ampliada de 20 dias, condicionada a realização de curso de paternidade responsável. Já na Campanha Nacional de 2018 foi conquistado o compromisso de realização de novo Censo da Diversidade. Além disso, barrou-se a intenção dos bancos de pagar PLR menor para bancárias em licença-maternidade. "Os dados mostram que há muito que avançar. Por isso nossa luta contra o machismo e por melhores condições de trabalho para as mulheres tem de ser permanente", reforça o presidente do Sindicato, Roberto carlos Vicentim.
No próximo dia 12 será realizada mesa temática de Igualdade de Oportunidades, a primeira do calendário de negociações com a Fenaban em 2019, na qual a representação dos bancários irá cobrar novos avanços e nenhum retrocesso.
Confira abaixo os dados que revelam como o machismo está fortemente presente no sistema financeiro:

SINDICALIZE-SE
MAIS NOTÍCIAS
- Mercantil registra lucro de R$ 279,4 milhões no trimestre, valor considerado recorde em toda sua história
- Brasil é 55,5% negro, mas terá apenas 26% das cadeiras da Câmara em 2027
- Novembro Azul: informação, prevenção e combate ao preconceito salvam vidas
- Banco Central mantém Selic em 13,75% enquanto mercado financeiro faz pressão especulativa
- Itaú lucra R$ 37,3 bilhões, mas elimina 3.259 empregos e fecha 334 agências em um ano
- Santander: Assembleia virtual nesta sexta-feira (6) delibera sobre ACT e Acordo de PPRS
- Copom decide nesta quarta-feira (4) se reduz ou mantém Selic em 13,75% ao ano
- Sindicato entrega mais de 200 kg de alimentos ao projeto social Prateleira Solidária
- Novas regras do VA e VR ampliam opções de uso; bancários têm benefícios acima da média nacional
- Saúde Caixa começa a compartilhar rede credenciada com a Cassi nesta quarta-feira (4)
- Festa dos Bancários 2026 reúne categoria em dia de confraternização, premiações e solidariedade
- Brasil bate recorde de pessoas com trabalho desde 2012
- A eleição acabou, mas a participação continua: saiba quem e pelo que cobrar
- COE cobra avanços do Bradesco em PPR, banco de horas e condições de trabalho
- Negociação da Cassi avança com proposta de aporte de R$ 2,288 bilhões