17/10/2018
CASSI: Diretoria indicada promove vingança com associados e aterroriza prestadores

Diante do enfático não que os associados da Cassi deram à proposta do BB, a diretoria indicada (Presidência e Financeiro) da caixa de assistência resolveu auto sabotar a própria entidade. Em nota divulgada no site da Cassi, a diretoria anuncia um agressivo contingenciamento dos pagamentos aos prestadores de serviço, causando apreensão e enorme insegurança entre os seus mais de 30 mil prestadores.
> Cassi: bancários dizem não à proposta do BB
“Foi uma atitude completamente irresponsável, sem qualquer justificativa que não um revanchismo odioso contra os associados da Cassi, que disseram não a proposta do banco, que os lesava. Imagine como a rede de mais de 30 mil prestadores receberam essa notícia. A forma como foi divulgada esse contingenciamento facilmente seria avaliada como um suicídio de mercado por qualquer gestor minimamente sério. Pelo tom do comunicado, parece que os gestores da entidade estão pedindo intervenção da ANS. Esquecem que as despesas da Cassi estiveram contingenciadas por cerca de dois anos, sem comprometer a normalidade no atendimento”, critica o coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB (CEBB), João Fukunaga.
“Em 2015 foi feito um contingenciamento, mas menos agressivo e planejado de forma cuidadosa. Foi definido em negociação com a representação dos trabalhadores, o que agora o banco se nega a fazer. Esperamos que o BB mude essa postura, negocie e que, também, os serviços e a rede de atendimento aos associados não sejam precarizados por mais essa medida irresponsável”, acrescenta.
O coordenador da CEBB lembra que o negociador da Dipes se aposentou logo após a proposta do BB ser rejeitada. “Os demais diretores executivos do BB, que formularam essa proposta, também deveriam tomar o mesmo caminho.”
“A representação dos trabalhadores está disposta a negociar com o banco para buscarmos soluções sustentáveis para a Cassi, que não lesem associados e prestadores. É hora do BB mudar de postura. Ter mais humildade, entender que não conseguiu atropelar o processo negocial com sua proposta, e sentar para negociar. Terrorismo e revanchismo só trarão prejuízos”, enfatiza Fukunaga.
Proposta dos trabalhadores
A Contraf-CUT já apresentou ao BB uma nova proposta e reafirma a necessidade urgente de reativar a mesa de negociações com as entidades representativas.
“Só assim os funcionários vão reconhecer a legitimidade e o equilíbrio de uma nova proposta para manifestar livremente pela sua aprovação. A direção do banco e seus prepostos na Cassi precisam reconhecer que os associados rejeitaram a proposta de alterar a governança da entidade. Os associados desejam uma solução rápida e não se furtarão a debater o custeio da Cassi, desde que o banco arque com a sua parte e não queira repassar a conta para os funcionários da ativa e aposentados”, conclui Fukunaga.
Roberto Carlos Vicentim, presidente do Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região, ressalta que o Sindicato, por meio da Contraf-CUT e CEBB, assim como as demais entidades representativas, sempre teve a responsabilidade de buscar as melhores soluções para a sustentabilidade da Cassi, sem prejudicar os associados.
"Precisamos retomar o processo negocial e achar soluções conjuntas, banco e entidades representativas dos trabalhadores. Reivindicamos a reabertura da negociação para que possamos restabelecer uma mudança que traga perenidade à caixa de assistência e que seja melhor aos associados", defende Vicentim.
> Cassi: bancários dizem não à proposta do BB
“Foi uma atitude completamente irresponsável, sem qualquer justificativa que não um revanchismo odioso contra os associados da Cassi, que disseram não a proposta do banco, que os lesava. Imagine como a rede de mais de 30 mil prestadores receberam essa notícia. A forma como foi divulgada esse contingenciamento facilmente seria avaliada como um suicídio de mercado por qualquer gestor minimamente sério. Pelo tom do comunicado, parece que os gestores da entidade estão pedindo intervenção da ANS. Esquecem que as despesas da Cassi estiveram contingenciadas por cerca de dois anos, sem comprometer a normalidade no atendimento”, critica o coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB (CEBB), João Fukunaga.
“Em 2015 foi feito um contingenciamento, mas menos agressivo e planejado de forma cuidadosa. Foi definido em negociação com a representação dos trabalhadores, o que agora o banco se nega a fazer. Esperamos que o BB mude essa postura, negocie e que, também, os serviços e a rede de atendimento aos associados não sejam precarizados por mais essa medida irresponsável”, acrescenta.
O coordenador da CEBB lembra que o negociador da Dipes se aposentou logo após a proposta do BB ser rejeitada. “Os demais diretores executivos do BB, que formularam essa proposta, também deveriam tomar o mesmo caminho.”
“A representação dos trabalhadores está disposta a negociar com o banco para buscarmos soluções sustentáveis para a Cassi, que não lesem associados e prestadores. É hora do BB mudar de postura. Ter mais humildade, entender que não conseguiu atropelar o processo negocial com sua proposta, e sentar para negociar. Terrorismo e revanchismo só trarão prejuízos”, enfatiza Fukunaga.
Proposta dos trabalhadores
A Contraf-CUT já apresentou ao BB uma nova proposta e reafirma a necessidade urgente de reativar a mesa de negociações com as entidades representativas.
“Só assim os funcionários vão reconhecer a legitimidade e o equilíbrio de uma nova proposta para manifestar livremente pela sua aprovação. A direção do banco e seus prepostos na Cassi precisam reconhecer que os associados rejeitaram a proposta de alterar a governança da entidade. Os associados desejam uma solução rápida e não se furtarão a debater o custeio da Cassi, desde que o banco arque com a sua parte e não queira repassar a conta para os funcionários da ativa e aposentados”, conclui Fukunaga.
Roberto Carlos Vicentim, presidente do Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região, ressalta que o Sindicato, por meio da Contraf-CUT e CEBB, assim como as demais entidades representativas, sempre teve a responsabilidade de buscar as melhores soluções para a sustentabilidade da Cassi, sem prejudicar os associados.
"Precisamos retomar o processo negocial e achar soluções conjuntas, banco e entidades representativas dos trabalhadores. Reivindicamos a reabertura da negociação para que possamos restabelecer uma mudança que traga perenidade à caixa de assistência e que seja melhor aos associados", defende Vicentim.
SINDICALIZE-SE
MAIS NOTÍCIAS
- Eleições no Economus começam 16 de abril; Sindicato apoia Lucas Lima e Rodrigo Leite
- Aposentados da Contraf-CUT realizam encontro nacional para balanço de 2025 e planejamento das ações para 2026
- Sindicato convoca assembleia para eleger delegados para o 7º Congresso Nacional da Contraf-CUT
- Após divulgação do lucro do Mercantil, COE solicita reunião para esclarecer valores da PLR
- Erro da Caixa altera eleição do CA: votação será retomada na sexta (6) e terá continuidade na segunda-feira (9)
- Lucro contábil da Caixa ultrapassa os R$ 16 bilhões em 2025
- Licença-paternidade de 20 dias é aprovada no Senado e vai à sanção presidencial
- Comando Nacional dos Bancários define eixos temáticos das conferências estaduais e regionais
- Votação da eleição do CA já começou: vote agora em Fabi Uehara (0001)
- 8 de Março: mulheres contra a violência, fim da escala 6x1 e por representação na política
- Rede do Conhecimento: cursos EAD gratuitos de tira-dúvidas sobre temas bancários começam nesta quarta-feira (4)
- Assembleia elege comissão para condução do processo de eleição da nova direção da Apcef/SP
- Caixa: Aniversariantes de março têm até o dia 31 para fazer a prova de vida na Funcef
- Sindicato recebe candidato da Chapa Cassi para os Associados e reforça importância da participação na eleição da entidade
- Igualdade de Oportunidades: bancárias avançam em pacto com bancos pelo fim da violência de gênero