26/09/2018
Assédio moral: Banco do Brasil e o constante massacre psicológico sobre os funcionários
A crescente cobrança por vendas, metas e resultados no Banco do Brasil é um tema recorrente e traz consequências terríveis aos funcionários. A categoria bancária é a que mais tem afastamentos por doenças junto ao INSS, principalmente relacionados à saúde mental, entre os quais o BB ocupa lugar de destaque negativo. Diariamente, entidades representativas dos trabalhadores detectam muitos casos de problemas de saúde com afastamentos do trabalho, consequência da cobrança excessiva por metas geralmente impossíveis. Pior: muitos funcionários afastados são descomissionados em seguida. O BB massacra o psicológico dos funcionários!
Os principais diagnósticos são estresse, ansiedade, depressão e estafa. As agências e os escritórios digitais ampliaram a intensidade da cobrança e põem os funcionários sob tensão e medo. As metas são cada vez maiores e os controles são feitos de forma individualizada, não apenas por carteiras, mas o PDG levou à classificação dos funcionários conforme seus resultados. Isso gera, em muitos casos, uma competição entre colegas e deteriora os ambientes. O problema está na estrutura do BB, em sua diretoria e na forma como organiza o trabalho e os objetivos de lucros cada vez maiores, à custa do adoecimento do seu maior patrimônio: os funcionários.
O Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região possui um instrumento de combate ao assédio moral, uma conquista da Campanha de 2010 e que o BB pretendia, esse ano, retirar do acordo específico. Entretanto, a pressão e mobilização da categoria mantiveram a ferramenta, onde os bancários podem denunciar com a certeza de que sua identidade será mantida em absoluto sigilo. Para acessar, CLIQUE AQUI.
“O assédio moral do BB adoece os bancários e destrói vidas. Transforma o ambiente de trabalho em um inferno e isso reflete na qualidade do atendimento à população. É inaceitável que os trabalhadores sejam massacrados por conta de uma estrutura organizacional que busca a obtenção de lucros obscenos por meio da exploração, da humilhação e de abusos, práticas que instalaram uma epidemia de adoecimentos na categoria bancária”, denuncia o presidente do Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região, Roberto Carlos Vicentim.
Vicentim destaca que as vítimas de assédio moral devem levar os problemas ao sindicato, que tem atuado efetivamente na defesa dos trabalhadores, preservando o anonimato. “Quando um caso chega ao Sindicato, nós apuramos e, comprovado o abuso, exigimos uma atitude radical da instituição. Desta forma, já garantimos que vários assediadores fossem afastados ou desligados. Todo bancário que se sentir prejudicado por parte de seu superior hierárquico deve denunciar imediatamente.”
Os principais diagnósticos são estresse, ansiedade, depressão e estafa. As agências e os escritórios digitais ampliaram a intensidade da cobrança e põem os funcionários sob tensão e medo. As metas são cada vez maiores e os controles são feitos de forma individualizada, não apenas por carteiras, mas o PDG levou à classificação dos funcionários conforme seus resultados. Isso gera, em muitos casos, uma competição entre colegas e deteriora os ambientes. O problema está na estrutura do BB, em sua diretoria e na forma como organiza o trabalho e os objetivos de lucros cada vez maiores, à custa do adoecimento do seu maior patrimônio: os funcionários.
O Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região possui um instrumento de combate ao assédio moral, uma conquista da Campanha de 2010 e que o BB pretendia, esse ano, retirar do acordo específico. Entretanto, a pressão e mobilização da categoria mantiveram a ferramenta, onde os bancários podem denunciar com a certeza de que sua identidade será mantida em absoluto sigilo. Para acessar, CLIQUE AQUI.
“O assédio moral do BB adoece os bancários e destrói vidas. Transforma o ambiente de trabalho em um inferno e isso reflete na qualidade do atendimento à população. É inaceitável que os trabalhadores sejam massacrados por conta de uma estrutura organizacional que busca a obtenção de lucros obscenos por meio da exploração, da humilhação e de abusos, práticas que instalaram uma epidemia de adoecimentos na categoria bancária”, denuncia o presidente do Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região, Roberto Carlos Vicentim.
Vicentim destaca que as vítimas de assédio moral devem levar os problemas ao sindicato, que tem atuado efetivamente na defesa dos trabalhadores, preservando o anonimato. “Quando um caso chega ao Sindicato, nós apuramos e, comprovado o abuso, exigimos uma atitude radical da instituição. Desta forma, já garantimos que vários assediadores fossem afastados ou desligados. Todo bancário que se sentir prejudicado por parte de seu superior hierárquico deve denunciar imediatamente.”

SINDICALIZE-SE
MAIS NOTÍCIAS
- Eleições no Economus começam 16 de abril; Sindicato apoia Lucas Lima e Rodrigo Leite
- Aposentados da Contraf-CUT realizam encontro nacional para balanço de 2025 e planejamento das ações para 2026
- Sindicato convoca assembleia para eleger delegados para o 7º Congresso Nacional da Contraf-CUT
- Após divulgação do lucro do Mercantil, COE solicita reunião para esclarecer valores da PLR
- Erro da Caixa altera eleição do CA: votação será retomada na sexta (6) e terá continuidade na segunda-feira (9)
- Lucro contábil da Caixa ultrapassa os R$ 16 bilhões em 2025
- Licença-paternidade de 20 dias é aprovada no Senado e vai à sanção presidencial
- Comando Nacional dos Bancários define eixos temáticos das conferências estaduais e regionais
- Votação da eleição do CA já começou: vote agora em Fabi Uehara (0001)
- 8 de Março: mulheres contra a violência, fim da escala 6x1 e por representação na política
- Rede do Conhecimento: cursos EAD gratuitos de tira-dúvidas sobre temas bancários começam nesta quarta-feira (4)
- Assembleia elege comissão para condução do processo de eleição da nova direção da Apcef/SP
- Caixa: Aniversariantes de março têm até o dia 31 para fazer a prova de vida na Funcef
- Sindicato recebe candidato da Chapa Cassi para os Associados e reforça importância da participação na eleição da entidade
- Igualdade de Oportunidades: bancárias avançam em pacto com bancos pelo fim da violência de gênero
