10/08/2018
Itaú Unibanco vai avaliar propostas de melhorias em acordo internacional da UNI
Uma comitiva composta por representantes de trabalhadores do sistema financeiro de todo o mundo se reuniu na manhã de quinta-feira (9) com o banco Itaú para tratar da renovação do Acordo Marco entre o Banco Itaú e a Union Network International para as Américas, que estabelece princípios para prevenção de conflitos provenientes das relações e trabalho.
“Propusemos a prorrogação do acordo vigente até o final de 2019 e um calendário de reuniões para negociarmos a ampliação das proteções contra o assédio moral e sexual e a pressão que pode ser exercida pelos gestores do banco sobre os funcionários”, explicou a presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Juvandia Moreira.
Representado por seu diretor executivo, Sergio Guillinet Fajerman, e pelo superintendente de relação sindicais, Marco Aurélio de Oliveira, o banco acolheu as propostas para avaliar a possibilidade de prorrogação do acordo em vigência e demonstrou interesse na montagem de uma agenda de discussão com vistas à sua melhoria.
Além de Juvandia, Rita Berlofa e Angelo Di Cristo, respectivamente presidenta e diretor mundiais da Union Network International (UNI) Finanças, Marcio Monzane, secretário regional da UNI Américas, e Guillermo Maffeo diretor regional da UNI Américas Finanças, Ivone Silva, presidenta do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, Roberto von der Osten, secretário de Relações Internacionais da Contraf-CUT e Jair Alves, Coordenador da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Itaú, representaram os trabalhadores.
O diretor do Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região, Carlos Alberto Moretto, explica que as metas abusivas, associadas às práticas de assédio moral, à avaliação individual de desempenho, cobranças por resultado, excesso de tarefas, competição entre os trabalhadores por vendas, além de jornadas extenuantes de trabalho, levam, cada vez mais, os trabalhadores ao adoecimento e ao afastamento do trabalho. Por isso, é importante o comprometimento dos bancos para que o monitoramento de resultados ocorra com equilíbrio, respeito e de forma positiva para prevenir conflitos nas relações de trabalho.
"É fundamental que os bancos tenham uma postura efetiva de combate aos conflitos no ambiente de trabalho, como os casos de assédio moral, cada vez mais crescentes entre a categoria. E essa postura deve ser pautada por medidas de prevenção. Se existe o crescimento dos dados de conflitos, nossa preocupação não pode ser a longo prazo", conclui o dirigente.
“Propusemos a prorrogação do acordo vigente até o final de 2019 e um calendário de reuniões para negociarmos a ampliação das proteções contra o assédio moral e sexual e a pressão que pode ser exercida pelos gestores do banco sobre os funcionários”, explicou a presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Juvandia Moreira.
Representado por seu diretor executivo, Sergio Guillinet Fajerman, e pelo superintendente de relação sindicais, Marco Aurélio de Oliveira, o banco acolheu as propostas para avaliar a possibilidade de prorrogação do acordo em vigência e demonstrou interesse na montagem de uma agenda de discussão com vistas à sua melhoria.
Além de Juvandia, Rita Berlofa e Angelo Di Cristo, respectivamente presidenta e diretor mundiais da Union Network International (UNI) Finanças, Marcio Monzane, secretário regional da UNI Américas, e Guillermo Maffeo diretor regional da UNI Américas Finanças, Ivone Silva, presidenta do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, Roberto von der Osten, secretário de Relações Internacionais da Contraf-CUT e Jair Alves, Coordenador da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Itaú, representaram os trabalhadores.
O diretor do Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região, Carlos Alberto Moretto, explica que as metas abusivas, associadas às práticas de assédio moral, à avaliação individual de desempenho, cobranças por resultado, excesso de tarefas, competição entre os trabalhadores por vendas, além de jornadas extenuantes de trabalho, levam, cada vez mais, os trabalhadores ao adoecimento e ao afastamento do trabalho. Por isso, é importante o comprometimento dos bancos para que o monitoramento de resultados ocorra com equilíbrio, respeito e de forma positiva para prevenir conflitos nas relações de trabalho.
"É fundamental que os bancos tenham uma postura efetiva de combate aos conflitos no ambiente de trabalho, como os casos de assédio moral, cada vez mais crescentes entre a categoria. E essa postura deve ser pautada por medidas de prevenção. Se existe o crescimento dos dados de conflitos, nossa preocupação não pode ser a longo prazo", conclui o dirigente.
SINDICALIZE-SE
MAIS NOTÍCIAS
- Mercantil registra lucro de R$ 279,4 milhões no trimestre, valor considerado recorde em toda sua história
- Brasil é 55,5% negro, mas terá apenas 26% das cadeiras da Câmara em 2027
- Novembro Azul: informação, prevenção e combate ao preconceito salvam vidas
- Banco Central mantém Selic em 13,75% enquanto mercado financeiro faz pressão especulativa
- Itaú lucra R$ 37,3 bilhões, mas elimina 3.259 empregos e fecha 334 agências em um ano
- Santander: Assembleia virtual nesta sexta-feira (6) delibera sobre ACT e Acordo de PPRS
- Copom decide nesta quarta-feira (4) se reduz ou mantém Selic em 13,75% ao ano
- Sindicato entrega mais de 200 kg de alimentos ao projeto social Prateleira Solidária
- Novas regras do VA e VR ampliam opções de uso; bancários têm benefícios acima da média nacional
- Saúde Caixa começa a compartilhar rede credenciada com a Cassi nesta quarta-feira (4)
- Festa dos Bancários 2026 reúne categoria em dia de confraternização, premiações e solidariedade
- Brasil bate recorde de pessoas com trabalho desde 2012
- A eleição acabou, mas a participação continua: saiba quem e pelo que cobrar
- COE cobra avanços do Bradesco em PPR, banco de horas e condições de trabalho
- Negociação da Cassi avança com proposta de aporte de R$ 2,288 bilhões
