25/07/2018
Comando Nacional dos Bancários prepara negociação para garantir empregos
Todos pelo emprego. Dirigentes sindicais bancários deslocaram-se de todo o Brasil para debater, na sede da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), em São Paulo, as cláusulas da pauta de reinvindicações que tratam do emprego bancário.
Como em todas as semanas, na reunião de terça-feira (24), os dirigentes analisaram uma série de dados que servirão de subsídios para a rodada de negociação com a federação dos bancos (Fenaban), que será realizada hoje (25).
“Desde 2016 os bancos extinguiram 41.304 postos de trabalho, período em que viram seus lucros crescerem como sempre. Ou seja, não há espaço para cortes tampouco para contratações que retirem direitos”, afirmou a presidenta da Contraf-CUT, Juvandia Moreira, que também é coordenadora do Comando Nacional dos Bancários.
Consulta realizada com bancários de todo o Brasil coloca a manutenção de direitos e a garantia de emprego entre as prioridades da categoria. “E isso não é por acaso. Os cortes são ruins para quem fica também: o número de clientes por empregado subiu 13,3% no Bradesco; 6,9% no Santander; 14% na Caixa; 6,9% no Itaú; 6,7% no BB. Isso se traduz em sobrecarga, estresse, pressão por metas, assédio moral e o consequente adoecimento. É ruim para os bancários e para toda a sociedade”, ressaltou a dirigente.
“Na consulta, os bancários deixaram claro que estão mobilizados contra a retirada de direitos e as novas formas de contratação que a lei trabalhista do pós-golpe admite, como a terceirização ilimitada, os intermitentes, os temporários, os PJ, o home-office”, explicou Juvandia. “Por isso queremos garantir, na CCT, que nenhuma contratação será feita sem respeitar todos os direitos da categoria.”
Participe com a #EmpregoÉBomEEuGosto
Trabalhadores e clientes podem participar da pressão sobre os bancos, nesta quarta-feira, utilizando a ##EmpregoÉBomEEuGosto nas redes sociais. Um tuitaço está marcado para as 9h.
Como em todas as semanas, na reunião de terça-feira (24), os dirigentes analisaram uma série de dados que servirão de subsídios para a rodada de negociação com a federação dos bancos (Fenaban), que será realizada hoje (25).
“Desde 2016 os bancos extinguiram 41.304 postos de trabalho, período em que viram seus lucros crescerem como sempre. Ou seja, não há espaço para cortes tampouco para contratações que retirem direitos”, afirmou a presidenta da Contraf-CUT, Juvandia Moreira, que também é coordenadora do Comando Nacional dos Bancários.
Consulta realizada com bancários de todo o Brasil coloca a manutenção de direitos e a garantia de emprego entre as prioridades da categoria. “E isso não é por acaso. Os cortes são ruins para quem fica também: o número de clientes por empregado subiu 13,3% no Bradesco; 6,9% no Santander; 14% na Caixa; 6,9% no Itaú; 6,7% no BB. Isso se traduz em sobrecarga, estresse, pressão por metas, assédio moral e o consequente adoecimento. É ruim para os bancários e para toda a sociedade”, ressaltou a dirigente.
“Na consulta, os bancários deixaram claro que estão mobilizados contra a retirada de direitos e as novas formas de contratação que a lei trabalhista do pós-golpe admite, como a terceirização ilimitada, os intermitentes, os temporários, os PJ, o home-office”, explicou Juvandia. “Por isso queremos garantir, na CCT, que nenhuma contratação será feita sem respeitar todos os direitos da categoria.”
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