13/06/2018
Suplente do Conselho Deliberativo, eleita na chapa Mais União, renuncia para fazer carreira

A chapa vencedora da eleição na Cassi, a chapa Mais União – que antes mesmo da posse já se reunia com a direção do Banco do Brasil – deu mais uma prova da sua falta de comprometimento com os associados. A eleita suplente do Conselho Deliberativo renunciou ao cargo eletivo, menos de três meses depois de encerrada a eleição na caixa de assistência, para ser nomeada assessora do diretor de Saúde e Rede de Atendimento da Cassi, cargo de livre indicação.
O que se comprova com tal atitude é a total falta de comprometimento dos eleitos para com os associados da Cassi, da ativa e aposentados, que neles confiaram quando os elegeram como seus representantes.
Reunião realizada pela chapa eleita junto ao banco antes mesmo de sua posse, e agora a renúncia de um dos seus integrantes para fazer carreira, aumenta a desconfiança quanto à posição dos eleitos em relação a proposta do Banco do Brasil para a Cassi.
Desde o fim do processo eleitoral, os eleitos não declararam posição sobre a absurda proposta do Banco do Brasil para a Cassi, que onera associados, quebra o princípio da solidariedade, estabelece a contribuição por dependente, penaliza quem ganha menos e ameaça a própria sustentabilidade da caixa de assistência. A julgar pela proximidade com a diretoria do banco e a falta de comprometimento com aqueles que os elegeram, a demora para declarar posição sobre a proposta, embora lamentável, não surpreende.
O banco sabe que não aprovará essa proposta junto ao corpo social, em uma votação na qual a maioria dos associados precisa comparecer e dois terços destes teriam de votar pela proposta. O Sindicato, junto com as demais entidades representativas dos funcionários do BB, está atento, faz campanha contra a proposta e orienta a sua rejeição.
O que se comprova com tal atitude é a total falta de comprometimento dos eleitos para com os associados da Cassi, da ativa e aposentados, que neles confiaram quando os elegeram como seus representantes.
Reunião realizada pela chapa eleita junto ao banco antes mesmo de sua posse, e agora a renúncia de um dos seus integrantes para fazer carreira, aumenta a desconfiança quanto à posição dos eleitos em relação a proposta do Banco do Brasil para a Cassi.
Desde o fim do processo eleitoral, os eleitos não declararam posição sobre a absurda proposta do Banco do Brasil para a Cassi, que onera associados, quebra o princípio da solidariedade, estabelece a contribuição por dependente, penaliza quem ganha menos e ameaça a própria sustentabilidade da caixa de assistência. A julgar pela proximidade com a diretoria do banco e a falta de comprometimento com aqueles que os elegeram, a demora para declarar posição sobre a proposta, embora lamentável, não surpreende.
O banco sabe que não aprovará essa proposta junto ao corpo social, em uma votação na qual a maioria dos associados precisa comparecer e dois terços destes teriam de votar pela proposta. O Sindicato, junto com as demais entidades representativas dos funcionários do BB, está atento, faz campanha contra a proposta e orienta a sua rejeição.
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