09/05/2018
Seminário lança Carta-Compromisso a candidatos pela defesa das empresas públicas

Foi realizado na terça-feira (8), na Câmara dos Deputados, em Brasília (DF), o Seminário e Ato em Defesa das Empresas Públicas. Na ocasião, foi aprovada uma Carta-Compromisso a ser encaminhada para os candidatos que vão disputar as próximas eleições, em defesa das estatais. Também ocorreu mais um lançamento do livro “Se é público, é para todos”. Na mesma manhã, aliás, audiências públicas debatiam dois assuntos correlatos: as regras para a venda do petróleo da União obtido nos contratos de partilha e a privatização da Eletrobras.
Participaram do seminário representantes dos movimentos sindical e social, além de parlamentares que estão à frente de comissões que tentam barrar as tentativas de desmonte das empresas públicas e do movimento de seus trabalhadores. Na abertura das discussões, o presidente da Fenae, Jair Pedro Ferreira, destacou a importância da mobilização. “A ideia é reforçar a luta das entidades para que o golpe não se aprofunde ainda mais. A Caixa já está na boca do furacão, mas estamos à disposição para enfrentar a retirada de direitos”, disse.
Maria Rita Serrano, coordenadora do Comitê Nacional em Defesa das Empresas Públicas e representante dos empregados no Conselho de Administração da Caixa, frisou que o evento é um elo entre os representantes dos trabalhadores das estatais com a sociedade. “A reunião desse comitê, que se constitui como um fórum, cumpre esse papel de conversar com a sociedade sobre o patrimônio público, e se articula com ações para sensibilizar o país sobre as ameaças contra cerca de 200 empresas que podem ser privatizadas”, alertou.
Vários deputados federais participaram do evento. Zé Carlos (PT-MA) discursou: “a história vai cobrar de Temer o que ele está fazendo com o patrimônio brasileiro. No ano passado, eles perderam a batalha quando quiseram acabar com a Caixa, porque tivemos um movimento forte. E agora estão querendo acabar com a Embrapa, com a Eletrobras, e ainda vender nossos bens para estrangeiros, como a Amazônia”. Érika Kokay (PT-DF) afirmou: “Saúdo a constituição desse comitê para que caminhemos juntos, construindo redes para enfrentarmos essa mão invisível do mercado”.
Carta-Compromisso
A Carta-Compromisso foi redigida para ser usadas nas campanhas eleitorais deste ano, para que os candidatos se comprometam com a defesa das empresas públicas e do patrimônio público. “No Brasil, assim como na maioria dos países, um conjunto relevante de bens e serviços foi e é produzido por agências ou empresas públicas. (...) Em muitos casos, embora possam não ser de interesse para a exploração privada, são fundamentais ao desenvolvimento econômico e social de um país”, afirma um trecho do documento.
O seminário em Brasília também reuniu representantes da CUT, Contraf, Intersindical, CTB, FUP, Apcefs e Sindicatos de Bancários, além de trabalhadores de empresas como Caixa, Banco do Brasil, EBC, Embrapa, BNDES, Petrobras e do setor elétrico.
Participaram do seminário representantes dos movimentos sindical e social, além de parlamentares que estão à frente de comissões que tentam barrar as tentativas de desmonte das empresas públicas e do movimento de seus trabalhadores. Na abertura das discussões, o presidente da Fenae, Jair Pedro Ferreira, destacou a importância da mobilização. “A ideia é reforçar a luta das entidades para que o golpe não se aprofunde ainda mais. A Caixa já está na boca do furacão, mas estamos à disposição para enfrentar a retirada de direitos”, disse.
Maria Rita Serrano, coordenadora do Comitê Nacional em Defesa das Empresas Públicas e representante dos empregados no Conselho de Administração da Caixa, frisou que o evento é um elo entre os representantes dos trabalhadores das estatais com a sociedade. “A reunião desse comitê, que se constitui como um fórum, cumpre esse papel de conversar com a sociedade sobre o patrimônio público, e se articula com ações para sensibilizar o país sobre as ameaças contra cerca de 200 empresas que podem ser privatizadas”, alertou.
Vários deputados federais participaram do evento. Zé Carlos (PT-MA) discursou: “a história vai cobrar de Temer o que ele está fazendo com o patrimônio brasileiro. No ano passado, eles perderam a batalha quando quiseram acabar com a Caixa, porque tivemos um movimento forte. E agora estão querendo acabar com a Embrapa, com a Eletrobras, e ainda vender nossos bens para estrangeiros, como a Amazônia”. Érika Kokay (PT-DF) afirmou: “Saúdo a constituição desse comitê para que caminhemos juntos, construindo redes para enfrentarmos essa mão invisível do mercado”.
Carta-Compromisso
A Carta-Compromisso foi redigida para ser usadas nas campanhas eleitorais deste ano, para que os candidatos se comprometam com a defesa das empresas públicas e do patrimônio público. “No Brasil, assim como na maioria dos países, um conjunto relevante de bens e serviços foi e é produzido por agências ou empresas públicas. (...) Em muitos casos, embora possam não ser de interesse para a exploração privada, são fundamentais ao desenvolvimento econômico e social de um país”, afirma um trecho do documento.
O seminário em Brasília também reuniu representantes da CUT, Contraf, Intersindical, CTB, FUP, Apcefs e Sindicatos de Bancários, além de trabalhadores de empresas como Caixa, Banco do Brasil, EBC, Embrapa, BNDES, Petrobras e do setor elétrico.
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