28/03/2018
Bancários do Itaú sofrem com metas e mudanças nas regras do programa Agir
O programa AGIR, ligado à remuneração variável dos funcionários do Itaú, tem deixado bancárias e bancários descontentes. O Sindicato dos Bancários de Belo Horizonte denunciou em matéria divulgada em seu site que, além das pressões para o cumprimento de metas, alguns bancários vêm sofrendo com contabilizações erradas de pontos e mudanças unilaterais nas regras por parte do banco.
De início, o problema já surge quando gestores cobram que funcionários cumpram 1200 pontos do programa para que recebam alguma remuneração variável. O número ultrapassa a meta real do AGIR, que seria de 1000 pontos.
Além disso, bancários denunciaram ao Sindicato que as contabilizações têm sido feitas de forma incorreta, retirando pontuação dos trabalhadores. Da mesma forma, mudanças de regras promovidas pelo Itaú, unilateralmente, também têm prejudicado muitos bancários das Emps (segmento de atendimento a empresas) e das agências.
A situação chega ao ponto de o banco cobrar metas que não serão pontuadas no programa sem que os trabalhadores sejam previamente avisados. Há também denúncias de mudanças de regras que retiram pontos de bancários que estariam elegíveis a receber a remuneração caso não fossem feitas as alterações.
Os representantes dos funcionários, por meio da Comissão de Organização dos Empregados (COE-Itaú), já cobraram do banco a discussão sobre as regras do AGIR. O Itaú, porém, segue se negando a negociar.
Segundo a matéria, o programa ainda tem sido utilizado pelo banco para demitir bancários que não atingem os 1000 pontos, gerando verdadeiro terror nas unidades de trabalho. Quando o bancário entra no quadrante chamado de ‘crítico’, o banco já inicia as ameaças de demissão, inclusive expondo funcionários aos colegas de trabalho.
Devido à forma como o programa vem sendo conduzido pelo banco, para intimidar e pressionar os funcionários, muitos dos trabalhadores demonstram descontentamento em relação ao AGIR. Diante desta situação, a PLR conquistada pela luta do movimento sindical e dos trabalhadores em todo o país vem para minimizar os impactos negativos do programa.
No dia 1º de março deste ano, bancárias e bancários do Itaú receberam a segunda parte da PLR. O valor correspondeu ao máximo previsto na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), equivalente a 2,2 salários, limitado a R$ 26.478,55. No mesmo dia, os funcionários receberam parcela correspondente à PLR Adicional no valor de R$ 4.487,16, descontados os valores pagos antecipadamente.
De início, o problema já surge quando gestores cobram que funcionários cumpram 1200 pontos do programa para que recebam alguma remuneração variável. O número ultrapassa a meta real do AGIR, que seria de 1000 pontos.
Além disso, bancários denunciaram ao Sindicato que as contabilizações têm sido feitas de forma incorreta, retirando pontuação dos trabalhadores. Da mesma forma, mudanças de regras promovidas pelo Itaú, unilateralmente, também têm prejudicado muitos bancários das Emps (segmento de atendimento a empresas) e das agências.
A situação chega ao ponto de o banco cobrar metas que não serão pontuadas no programa sem que os trabalhadores sejam previamente avisados. Há também denúncias de mudanças de regras que retiram pontos de bancários que estariam elegíveis a receber a remuneração caso não fossem feitas as alterações.
Os representantes dos funcionários, por meio da Comissão de Organização dos Empregados (COE-Itaú), já cobraram do banco a discussão sobre as regras do AGIR. O Itaú, porém, segue se negando a negociar.
Segundo a matéria, o programa ainda tem sido utilizado pelo banco para demitir bancários que não atingem os 1000 pontos, gerando verdadeiro terror nas unidades de trabalho. Quando o bancário entra no quadrante chamado de ‘crítico’, o banco já inicia as ameaças de demissão, inclusive expondo funcionários aos colegas de trabalho.
Devido à forma como o programa vem sendo conduzido pelo banco, para intimidar e pressionar os funcionários, muitos dos trabalhadores demonstram descontentamento em relação ao AGIR. Diante desta situação, a PLR conquistada pela luta do movimento sindical e dos trabalhadores em todo o país vem para minimizar os impactos negativos do programa.
No dia 1º de março deste ano, bancárias e bancários do Itaú receberam a segunda parte da PLR. O valor correspondeu ao máximo previsto na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), equivalente a 2,2 salários, limitado a R$ 26.478,55. No mesmo dia, os funcionários receberam parcela correspondente à PLR Adicional no valor de R$ 4.487,16, descontados os valores pagos antecipadamente.
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