10/11/2016
COE do Bradesco discute direitos em reunião com o banco nesta quinta (10)
A COE- Comissão de Organização dos Empregados se reúne nesta quinta-feira 10 com o Bradesco para discutir os problemas referentes a incorporação do HSBC. A reunião será ás 11h, na sede do banco, na Cidade de Deus, em Osasco.
Após a migração 5 milhões de contas-correntes do banco inglês para o Bradesco, em outubro, há sobrecarga de trabalho, cobrança das metas, questionamentos sobre os planos de saúde, tanto dos ativos, como dos aposentados, entre outras.
O clima de insatisfação e incerteza levou a Contraf-CUT a cobrar do banco respostas em reunião realizada no último dia 26 e o Bradesco ficou de apresentá-las na reunião desta quinta-feira.
SINDICALIZE-SE
MAIS NOTÍCIAS
- Rede 2026 do BB acende alerta: Sindicato debate impactos e reforça defesa dos trabalhadores
- Bradesco: movimento sindical garante vitória na pontuação de atendimento e novas melhorias para bancários
- Desemprego cai para 5,1% em dezembro, o menor já registrado
- Sistema financeiro brasileiro nega crédito como direito e mantém lógica de exclusão social
- Caixa responde ofício da Contraf-CUT e marca negociação com a CEE
- Dia da Visibilidade Trans: Sindicato reforça luta por respeito, dignidade e direitos em ano de Campanha Nacional
- Mesmo com inflação desacelerando, BC escolhe penalizar população com juros em 15%
- COE do Santander cobra mais transparência em mesa sobre diversidade e segurança bancária
- Funcef detalha alternativas para resolver passivo previdenciário que atinge empregados da Caixa
- Doenças afastaram 4,1 milhões de trabalhadores de suas funções em 2025
- BB anuncia mais de 1.100 novas funções comissionadas e mudanças no atendimento especializado
- Sindicato protesta contra fechamento de agência do Santander e denuncia exclusão financeira pelo banco em José Bonifácio
- Mercado financeiro reduz para 4% projeção de inflação para 2026
- Aproveite as férias e o carnaval na Colônia da Afubesp, com desconto para sindicalizados!
- Promotor denuncia uso de fintechs pelo crime organizado e movimento sindical cobra maior regulação