17/08/2016
Funcef apresenta balanço de 2015 para entidades representativas
A Funcef apresenta nesta terça-feira (16) os resultados de 2015 para dirigentes de entidades representativas dos participantes e assistidos dos planos de benefícios. A Fenae será representada no encontro pelo diretor de Cultura, Moacir Carneiro, e por Felipe Miranda, técnico da seção do Dieese na Federação. A reunião será das 10h às 13h30, na sede da Fundação, em Brasília (DF).
Conforme as demonstrações financeiras aprovadas em 29 de junho pelo Conselho Deliberativo da Funcef, por unanimidade, houve déficit acumulado em todos os planos no ano passado: R$ 1 bilhão no REG/Replan Não Saldado, R$ 6,9 bilhões no Saldado, R$ 71 milhões no Novo Plano e R$ 13 milhões no REB. Pela legislação em vigor, R$ 6 bilhões terão que ser equacionados no REG/Replan Saldado, e R$ 929,4 milhões no REG/Replan Não Saldado. As condições serão definidas pela Fundação e aplicadas a partir de 2017.
Ainda segundo os dados divulgados pela Funcef, no final de junho a rentabilidade foi de 2,79% no consolidado dos planos, sem atingir a meta atuarial, que ultrapassou os 17%. Os índices foram de 3,73% (REG/Replan Saldado), -0,41% (REG/Replan Não Saldado), 2,03% (REB) e de -0,01% (Novo Plano). “O avanço do déficit é preocupante. Há dois anos que se fala em estancá-lo, mas nada foi feito até agora na prática. Vamos acompanhar os números e avaliar posteriormente na Fenae”, afirma o presidente da Federação, Jair Pedro Ferreira.
GT Funcef
Enquanto isso, segue a indefinição da Funcef em relação ao Grupo de Trabalho Tripartite que vai debater vários assuntos relacionados ao fundo de pensão. O GT foi instituído em 13 de maio e a primeira reunião foi agendada para o dia 31 do mesmo mês. No entanto, em 18 de maio, por exigência dos eleitos em 2014, a Diretoria Executiva da Funcef suspendeu a portaria que instituiu o colegiado, sem dar satisfações às entidades que o comporiam. No dia 2 de junho, a direção da Caixa destacou que o funcionamento depende apenas da Funcef.
“É urgente uma definição, pois essa foi uma conquista da mesa de negociação permanente entre a Contraf e a Caixa”, afirma Moacir Carneiro. A portaria que criou o GT Tripartite determinou que os temas a serem tratados são: contencioso judicial, voto de Minerva, incorporação do REB ao Novo Plano, reformulação do Comitê de Investimentos, política de investimentos, consulta direta aos participantes, Fundo de Acumulação de Benefício (FAB) e Fundo de Revisão de Benefícios (FRB).
Conforme as demonstrações financeiras aprovadas em 29 de junho pelo Conselho Deliberativo da Funcef, por unanimidade, houve déficit acumulado em todos os planos no ano passado: R$ 1 bilhão no REG/Replan Não Saldado, R$ 6,9 bilhões no Saldado, R$ 71 milhões no Novo Plano e R$ 13 milhões no REB. Pela legislação em vigor, R$ 6 bilhões terão que ser equacionados no REG/Replan Saldado, e R$ 929,4 milhões no REG/Replan Não Saldado. As condições serão definidas pela Fundação e aplicadas a partir de 2017.
Ainda segundo os dados divulgados pela Funcef, no final de junho a rentabilidade foi de 2,79% no consolidado dos planos, sem atingir a meta atuarial, que ultrapassou os 17%. Os índices foram de 3,73% (REG/Replan Saldado), -0,41% (REG/Replan Não Saldado), 2,03% (REB) e de -0,01% (Novo Plano). “O avanço do déficit é preocupante. Há dois anos que se fala em estancá-lo, mas nada foi feito até agora na prática. Vamos acompanhar os números e avaliar posteriormente na Fenae”, afirma o presidente da Federação, Jair Pedro Ferreira.
GT Funcef
Enquanto isso, segue a indefinição da Funcef em relação ao Grupo de Trabalho Tripartite que vai debater vários assuntos relacionados ao fundo de pensão. O GT foi instituído em 13 de maio e a primeira reunião foi agendada para o dia 31 do mesmo mês. No entanto, em 18 de maio, por exigência dos eleitos em 2014, a Diretoria Executiva da Funcef suspendeu a portaria que instituiu o colegiado, sem dar satisfações às entidades que o comporiam. No dia 2 de junho, a direção da Caixa destacou que o funcionamento depende apenas da Funcef.
“É urgente uma definição, pois essa foi uma conquista da mesa de negociação permanente entre a Contraf e a Caixa”, afirma Moacir Carneiro. A portaria que criou o GT Tripartite determinou que os temas a serem tratados são: contencioso judicial, voto de Minerva, incorporação do REB ao Novo Plano, reformulação do Comitê de Investimentos, política de investimentos, consulta direta aos participantes, Fundo de Acumulação de Benefício (FAB) e Fundo de Revisão de Benefícios (FRB).
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