22/01/2016
'Previ terá déficit, mas se mantém sólida', afirma diretor eleito
A Previ, caixa de previdência dos funcionários do Banco do Brasil, ainda não apresentou seu balanço de 2015, mas a imprensa já divulga déficit no principal plano do fundo de pensão. Em reportagem publicada na segunda-feira 18, a Folha de S.Paulo diz que o prejuízo será de R$ 13 bilhões no Plano 1, citando fonte não identificada mas, segundo o jornal, ligada à instituição.
O diretor eleito de Seguridade da Previ, Marcel Barros, admite o saldo negativo, reforçando que se trata de problema conjuntural e que o maior fundo de pensão do país continua forte e estável. “Ainda estamos fechando o balanço, então não dá para precisar esse valor, mas de fato o Plano 1, como já vínhamos anunciando, apresentará déficit em 2015”.
Mas, de acordo com Marcel, o mais importante a destacar é que isso é fruto de uma conjuntura de crise econômica mundial, e não de qualquer problema estrutural no fundo de pensão. “A Previ continua sólida porque nosso compromisso é de longo prazo. Portanto, as pessoas não devem entrar em desespero, como querem os profetas do caos, porque o apocalipse não está logo ali”, acrescenta.
O dirigente explica que o déficit é resultado da queda dos valores de empresas nas quais a Previ investe, como a Vale, por exemplo. “O mundo está vivendo uma crise econômica. Os preços das commodities estão caindo. O preço do minério de ferro, por exemplo, caiu e isso fez com que o valor da Vale, onde está nosso maior ativo de renda variável, também caísse. O preço do petróleo despencou, o que resultou em perdas na Petrobras, onde também temos ações”, diz ele, fazendo um parêntese: “É importante destacar que não só a Petrobras perdeu, como alguns têm interesse em divulgar, mas todas as petroleiras do mundo estão tendo prejuízos por conta da queda do valor do barril. O setor produtivo como um todo recuou.”
Tudo isso, segundo o diretor da Previ, reflete no balanço da instituição. “A Previ não está tendo prejuízo, nós não vendemos nossas ações, mas temos de registrar no balanço que os preços das ações caíram.” E reforça: “A Previ continua sólida. Apenas no ano passado pagamos R$ 9 bilhões em benefícios, e ainda temos associados que vão se aposentar. Se tivéssemos que pagar todo mundo agora, não teríamos mesmo como fazer, diante do déficit. Mas temos mais de 60 anos para fazer isso.”
Marcel também explica que o déficit de 2015 não resultará em prejuízos para os participantes. “Como se trata de um problema de conjuntura mundial, vamos aguardar para ver como a economia no mundo se comporta em 2016. De qualquer forma, se for necessário algum reajuste na contribuição dos associados, isso ocorreria apenas em 2017, e seria pequeno, por volta de 0,5%”, estima.
O diretor eleito de Seguridade da Previ, Marcel Barros, admite o saldo negativo, reforçando que se trata de problema conjuntural e que o maior fundo de pensão do país continua forte e estável. “Ainda estamos fechando o balanço, então não dá para precisar esse valor, mas de fato o Plano 1, como já vínhamos anunciando, apresentará déficit em 2015”.
Mas, de acordo com Marcel, o mais importante a destacar é que isso é fruto de uma conjuntura de crise econômica mundial, e não de qualquer problema estrutural no fundo de pensão. “A Previ continua sólida porque nosso compromisso é de longo prazo. Portanto, as pessoas não devem entrar em desespero, como querem os profetas do caos, porque o apocalipse não está logo ali”, acrescenta.
O dirigente explica que o déficit é resultado da queda dos valores de empresas nas quais a Previ investe, como a Vale, por exemplo. “O mundo está vivendo uma crise econômica. Os preços das commodities estão caindo. O preço do minério de ferro, por exemplo, caiu e isso fez com que o valor da Vale, onde está nosso maior ativo de renda variável, também caísse. O preço do petróleo despencou, o que resultou em perdas na Petrobras, onde também temos ações”, diz ele, fazendo um parêntese: “É importante destacar que não só a Petrobras perdeu, como alguns têm interesse em divulgar, mas todas as petroleiras do mundo estão tendo prejuízos por conta da queda do valor do barril. O setor produtivo como um todo recuou.”
Tudo isso, segundo o diretor da Previ, reflete no balanço da instituição. “A Previ não está tendo prejuízo, nós não vendemos nossas ações, mas temos de registrar no balanço que os preços das ações caíram.” E reforça: “A Previ continua sólida. Apenas no ano passado pagamos R$ 9 bilhões em benefícios, e ainda temos associados que vão se aposentar. Se tivéssemos que pagar todo mundo agora, não teríamos mesmo como fazer, diante do déficit. Mas temos mais de 60 anos para fazer isso.”
Marcel também explica que o déficit de 2015 não resultará em prejuízos para os participantes. “Como se trata de um problema de conjuntura mundial, vamos aguardar para ver como a economia no mundo se comporta em 2016. De qualquer forma, se for necessário algum reajuste na contribuição dos associados, isso ocorreria apenas em 2017, e seria pequeno, por volta de 0,5%”, estima.
SINDICALIZE-SE
MAIS NOTÍCIAS
- União sindical em ação: Diretor e presidente do Sindicato participam como mesários de eleição no SEEB Jundiaí
- É conquista! Itaú inicia vacinação contra a gripe na segunda-feira (27)
- Coletivo de Segurança do Ramo Financeiro debate aumento de fraudes e precarização da segurança nas unidades bancárias
- Caixa inicia campanha de vacinação contra a gripe para empregados
- Eleições na Previ entram na reta final e a Chapa 2 defende governança e gestão
- Encontro Nacional de Saúde debate adoecimento da categoria e prepara pauta para a Campanha Nacional 2026
- Itaú repete falhas na divulgação de metas e amplia insatisfação entre bancários
- BB: Sindicato apoia Lucas Lima e Rodrigo Leite nas Eleições 2026 do Economus. Saiba como votar!
- 74% dos clientes brasileiros preferem agências físicas para serviços complexos
- Sindicato participa de Encontro Nacional de Saúde dos Bancários
- Movimento sindical cobra reunião urgente com presidente da Caixa sobre Bônus Caixa
- Sindicato percorre agências com candidato ao Economus e reforça mobilização para eleição
- Apoiada pelo Sindicato, Chapa 1 – Nossa Luta vence eleição da Apcef/SP
- Movimento sindical propõe e Fenaban aceita negociar cláusulas sobre gestão ética de tecnologia na relação de trabalho
- Governo propõe salário mínimo de R$ 1.717 em 2027