07/12/2015
Acordo de combate ao assédio moral será renovado com os bancos nesta segunda-feira 7
A Contraf-CUT, federações e sindicatos se reúnem nesta segunda-feira (7), em São Paulo, com a Fenaban para renovação do instrumento de prevenção e combate ao assédio moral, previsto na cláusula 56ª da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT).
O Protocolo para Prevenção de Conflitos no Ambiente de Trabalho tem como princípio a valorização de todos os empregados, promovendo o respeito à diversidade, à cooperação e ao trabalho em equipe. Também objetiva a conscientização dos empregados sobre a necessidade de construção de um ambiente de trabalho saudável, a promoção de valores éticos, morais e legais, e o comprometimento dos bancos para que o monitoramento de resultados ocorra com equilíbrio, respeito e de forma positiva para prevenir conflitos nas relações de trabalho.
O instrumento é uma importante conquista da campanha nacional de 2010, mas os bancários têm sinalizado aos bancos signatários a necessidade de aprimorá-lo. Durante as negociações da Campanha Nacional 2015, os dirigentes sindicais reivindicaram um retorno mais rápido, por parte dos bancos, sobre os casos de assédio moral. O prazo de apuração das denúncias, atualmente, é de 45 dias.
“Continuamos insistindo para que o banco entregue este resultado num prazo menor. O longo tempo de espera aumenta a angústia do bancário, vítima de assédio moral. Os bancos se prontificaram a tentar acelerar a resolução, mas precisamos de mais empenho neste processo”, explica o presidente da Contraf-CUT, Roberto von der Osten.
Nos debates sobre o tema este ano, os bancários também solicitaram a estratificação das denúncias, para que possam ter conhecimento sobre as variadas formas de assédio, assim como o retorno por escrito e de forma fundamentada sobre os encaminhamentos dados pelos bancos e ainda o encaminhamento dado ao empregado denunciado pelo canal interno dos bancos.
A Campanha Nacional 2015 garantiu a assinatura de um termo de entendimento entre a Fenaban e o movimento sindical bancário para tratar das condições de trabalho nos bancos, com o objetivo de reduzir as causas de adoecimento e afastamentos. Trata-se da cláusula 57ª da CCT 2015/2016, que dispõe sobre o desenvolvimento de programas para a melhoria contínua das relações de trabalho nos bancos, e representa uma importante conquista da categoria bancária neste ano, depois de 21 dias de greve. A nova cláusula também será discutida com a Fenaban.
O Protocolo para Prevenção de Conflitos no Ambiente de Trabalho tem como princípio a valorização de todos os empregados, promovendo o respeito à diversidade, à cooperação e ao trabalho em equipe. Também objetiva a conscientização dos empregados sobre a necessidade de construção de um ambiente de trabalho saudável, a promoção de valores éticos, morais e legais, e o comprometimento dos bancos para que o monitoramento de resultados ocorra com equilíbrio, respeito e de forma positiva para prevenir conflitos nas relações de trabalho.
O instrumento é uma importante conquista da campanha nacional de 2010, mas os bancários têm sinalizado aos bancos signatários a necessidade de aprimorá-lo. Durante as negociações da Campanha Nacional 2015, os dirigentes sindicais reivindicaram um retorno mais rápido, por parte dos bancos, sobre os casos de assédio moral. O prazo de apuração das denúncias, atualmente, é de 45 dias.
“Continuamos insistindo para que o banco entregue este resultado num prazo menor. O longo tempo de espera aumenta a angústia do bancário, vítima de assédio moral. Os bancos se prontificaram a tentar acelerar a resolução, mas precisamos de mais empenho neste processo”, explica o presidente da Contraf-CUT, Roberto von der Osten.
Nos debates sobre o tema este ano, os bancários também solicitaram a estratificação das denúncias, para que possam ter conhecimento sobre as variadas formas de assédio, assim como o retorno por escrito e de forma fundamentada sobre os encaminhamentos dados pelos bancos e ainda o encaminhamento dado ao empregado denunciado pelo canal interno dos bancos.
A Campanha Nacional 2015 garantiu a assinatura de um termo de entendimento entre a Fenaban e o movimento sindical bancário para tratar das condições de trabalho nos bancos, com o objetivo de reduzir as causas de adoecimento e afastamentos. Trata-se da cláusula 57ª da CCT 2015/2016, que dispõe sobre o desenvolvimento de programas para a melhoria contínua das relações de trabalho nos bancos, e representa uma importante conquista da categoria bancária neste ano, depois de 21 dias de greve. A nova cláusula também será discutida com a Fenaban.
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