19/11/2015
Contraf-CUT e Fenacrefi assinam Acordo Coletivo 2015/2016
A Contraf-CUT, federações e sindicatos e a Federação Nacional de Instituições de Crédito, Financiamento e Investimentos (Fenacrefi) assinaram nesta terça-feira (17), em São Paulo, o ACT- Acordo Coletivo de Trabalho 2015/2016. O texto prevê 8,88% de reajuste para os salários, para a PLR e para os pisos, além de 12,84% para os vales refeição, alimentação e 13ª cesta alimentação. Como a data-base dos financiários é 1º de junho, a aplicação dos reajustes será retroativa a essa data.
Para Roberto von der Osten, presidente da Contraf-CUT, mais uma etapa da Campanha Nacional está cumprida. “Conseguimos uma vitória importante, preservando salários e outros direitos. Mas, muito ainda tem de ser feito. Agora vamos começar a organizar a campanha 2016, planejar nossa ação sindical para os financiários e buscar pela unificação da nossa campanha, revelou.
Na campanha nacional 2015 os financiários também conquistaram criação de grupos de trabalho para discutir PLR e terceirização. A Contraf-CUT estima em mais de 500 mil o número de trabalhadores que presta serviços para as financeiras, em todo o Brasil, mas na base da Fenacrefi há apenas 10 mil.
“A campanha dos financiários começou a mudar este ano. Nosso objetivo é ampliar nossa representação sindical nacionalmente”, afirmou Jair Alves, diretor da Contraf-CUT. Ele lembra que a Fenacrefi se comprometeu a começar a negociação mais cedo, em 2016. “Nós queremos a unificação da data-base com os bancários”, completou.
Clique aqui e veja a proposta da Fenacrefi na íntegra.
Para Roberto von der Osten, presidente da Contraf-CUT, mais uma etapa da Campanha Nacional está cumprida. “Conseguimos uma vitória importante, preservando salários e outros direitos. Mas, muito ainda tem de ser feito. Agora vamos começar a organizar a campanha 2016, planejar nossa ação sindical para os financiários e buscar pela unificação da nossa campanha, revelou.
Na campanha nacional 2015 os financiários também conquistaram criação de grupos de trabalho para discutir PLR e terceirização. A Contraf-CUT estima em mais de 500 mil o número de trabalhadores que presta serviços para as financeiras, em todo o Brasil, mas na base da Fenacrefi há apenas 10 mil.
“A campanha dos financiários começou a mudar este ano. Nosso objetivo é ampliar nossa representação sindical nacionalmente”, afirmou Jair Alves, diretor da Contraf-CUT. Ele lembra que a Fenacrefi se comprometeu a começar a negociação mais cedo, em 2016. “Nós queremos a unificação da data-base com os bancários”, completou.
Clique aqui e veja a proposta da Fenacrefi na íntegra.
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