09/11/2015
Centrais se unem para discutir como recuperar e fortalecer empregos
Representantes de centrais sindicais vão se reunir nesta segunda-feira (9), juntamente com o Dieese, para debater propostas e alternativas de combate à crise, com o intuito de destravar investimentos e garantir a geração de emprego, sobretudo nos setores de petróleo e gás, indústria naval e da construção civil.
O coordenador de relações sindicais do Dieese, José Silvestre, em entrevista à Rádio Brasil Atual na sexta (6), elogiou a iniciativa da reunião e disse esperar que a elaboração de propostas alternativas também sirvam para abrir o diálogo com o governo e representantes desses setores, na busca de soluções para o enfrentamento da crise.
Silvestre demonstrou especial preocupação com a Petrobras que, segundo ele, desde o início da Operação Lava Jato, que investiga casos de corrupção na estatal, vem sofrendo com o travamento de crédito e a suspensão de negócios, que impactam diretamente na perda de postos de trabalho na cadeia produtiva do petróleo e gás.
Ele lembra que o funcionamento da Petrobras, maior empresa do país, é vital para o desenvolvimento da economia brasileira, e diz que o desafio é separar a apuração dos maus feitos dos demais negócios da empresa.
"A Petrobras representa muito, em torno de 12% do PIB, tem um volume de investimentos que é significativo. Portanto, me parece uma decisão extremamente acertada, das centrais, em se reunir para procurar alternativas", diz Silvestre.
O coordenador de relações sindicais do Dieese, José Silvestre, em entrevista à Rádio Brasil Atual na sexta (6), elogiou a iniciativa da reunião e disse esperar que a elaboração de propostas alternativas também sirvam para abrir o diálogo com o governo e representantes desses setores, na busca de soluções para o enfrentamento da crise.
Silvestre demonstrou especial preocupação com a Petrobras que, segundo ele, desde o início da Operação Lava Jato, que investiga casos de corrupção na estatal, vem sofrendo com o travamento de crédito e a suspensão de negócios, que impactam diretamente na perda de postos de trabalho na cadeia produtiva do petróleo e gás.
Ele lembra que o funcionamento da Petrobras, maior empresa do país, é vital para o desenvolvimento da economia brasileira, e diz que o desafio é separar a apuração dos maus feitos dos demais negócios da empresa.
"A Petrobras representa muito, em torno de 12% do PIB, tem um volume de investimentos que é significativo. Portanto, me parece uma decisão extremamente acertada, das centrais, em se reunir para procurar alternativas", diz Silvestre.
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