22/09/2015
AUMENTO REAL - "A injustiça tem de acabar", por Juvandia Moreira
A quinta rodada de negociação com a Fenaban será na sexta-feira 25, e os bancos devem apresentar uma proposta que satisfaça não só as necessidades econômicas dos bancários, mas também as reivindicações nos temas de emprego, saúde, segurança e igualdade de oportunidades.
Reivindicamos o índice de 16% (reposição da inflação mais aumento real de 5,7%) para reajuste dos salários. Também definimos o piso com base no salário mínimo do Dieese e a PLR de três salários mais R$ 7.246,82 de parcela fixa adicional.
A pauta foi entregue no dia 11 de agosto e fizemos quatro rodadas de negociação. Esperamos que a proposta apresentada na próxima mesa seja condizente com um setor que viu seus lucros crescerem 27% no primeiro semestre deste ano.
Esse resultado, de mais de R$ 36 bilhões, foi construído pelos trabalhadores e eles devem ser valorizados. O momento exige que o mercado interno aqueça e os bancos têm de fazer a sua parte. Os trabalhadores merecem respeito.
Enquanto nossa luta conquistou ganho real acumulado de 20,7% desde 2004 na Convenção Coletiva da categoria, os dados da Rais apontam que no mesmo período a remuneração média dos bancários cresceu 14,9%. Essa diferença se deve à política de rotatividade dos bancos que contratam novos trabalhadores ganhando muito menos do que aqueles que são demitidos.
Essa injustiça tem de acabar!
Juvandia Moreira
Presidenta do Sindicato dos Bancários de São Paulo
Coordenadora do Comando Nacional dos Bancários
Reivindicamos o índice de 16% (reposição da inflação mais aumento real de 5,7%) para reajuste dos salários. Também definimos o piso com base no salário mínimo do Dieese e a PLR de três salários mais R$ 7.246,82 de parcela fixa adicional.
A pauta foi entregue no dia 11 de agosto e fizemos quatro rodadas de negociação. Esperamos que a proposta apresentada na próxima mesa seja condizente com um setor que viu seus lucros crescerem 27% no primeiro semestre deste ano.
Esse resultado, de mais de R$ 36 bilhões, foi construído pelos trabalhadores e eles devem ser valorizados. O momento exige que o mercado interno aqueça e os bancos têm de fazer a sua parte. Os trabalhadores merecem respeito.
Enquanto nossa luta conquistou ganho real acumulado de 20,7% desde 2004 na Convenção Coletiva da categoria, os dados da Rais apontam que no mesmo período a remuneração média dos bancários cresceu 14,9%. Essa diferença se deve à política de rotatividade dos bancos que contratam novos trabalhadores ganhando muito menos do que aqueles que são demitidos.
Essa injustiça tem de acabar!
Juvandia Moreira
Presidenta do Sindicato dos Bancários de São Paulo
Coordenadora do Comando Nacional dos Bancários
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