18/08/2015
Situação deficitária da Cassi volta à mesa de debate nesta sexta-feira
Representantes dos trabalhadores da ativa e dos aposentados voltam a discutir com a direção do Banco do Brasil soluções para a Caixa de Assistência dos Funcionários, a Cassi. A reunião ocorre na sexta-feira 21 e a expectativa é de que a instituição financeira apresente proposta à situação deficitária da entidade.
“Nas reuniões com o banco temos deixado claro que não abrimos mão do princípio de solidariedade, que é essencial fortalecer a Estratégia Saúde da Família por meio de mais investimentos na estrutura e ampliação da rede de atendimento da CliniCassi e a manutenção dos direitos dos ativos e dos aposentados”, afirma o integrante da Comissão de Empresa dos Funcionários, João Fukunaga.
Em reunião no final de julho, o representante do BB disse que o banco tem a intenção de criar um fundo de R$ 5,83 bilhões – que seria uma antecipação mensal feita pelo banco referente aos 4,5% pagos pelos aposentados – e de fazer uma contribuição adicional de 0,99% sobre a folha de pagamento dos funcionários ativos.
A instituição também reiterou a disposição de fazer aporte para as ações estruturantes do Modelo de Atenção Integral à Saúde, bem como de participar do rateio de eventuais déficits futuros, desde que consiga se desvencilhar da obrigação de fazer as provisões previstas pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) em sua resolução 695.
“Diante do lucro ajustado de R$ 6 bilhões no primeiro semestre deste ano, fruto direto do empenho dos funcionários, entendemos que a instituição tem plenas condições de apresentar uma proposta que contemple as expectativas de todos os participantes, tanto ativos quanto aposentados”, acrescenta João Fukunaga.
“Nas reuniões com o banco temos deixado claro que não abrimos mão do princípio de solidariedade, que é essencial fortalecer a Estratégia Saúde da Família por meio de mais investimentos na estrutura e ampliação da rede de atendimento da CliniCassi e a manutenção dos direitos dos ativos e dos aposentados”, afirma o integrante da Comissão de Empresa dos Funcionários, João Fukunaga.
Em reunião no final de julho, o representante do BB disse que o banco tem a intenção de criar um fundo de R$ 5,83 bilhões – que seria uma antecipação mensal feita pelo banco referente aos 4,5% pagos pelos aposentados – e de fazer uma contribuição adicional de 0,99% sobre a folha de pagamento dos funcionários ativos.
A instituição também reiterou a disposição de fazer aporte para as ações estruturantes do Modelo de Atenção Integral à Saúde, bem como de participar do rateio de eventuais déficits futuros, desde que consiga se desvencilhar da obrigação de fazer as provisões previstas pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) em sua resolução 695.
“Diante do lucro ajustado de R$ 6 bilhões no primeiro semestre deste ano, fruto direto do empenho dos funcionários, entendemos que a instituição tem plenas condições de apresentar uma proposta que contemple as expectativas de todos os participantes, tanto ativos quanto aposentados”, acrescenta João Fukunaga.
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