18/08/2015
Banco Mercantil volta a registrar lucro, mas corta empregos
O lucro líquido do Banco Mercantil do Brasil (BMB) foi de R$ 48,5 milhões, no primeiro semestre de 2015, o que representa uma melhora significativa em relação ao mesmo período do ano passado, quando o banco obteve prejuízo líquido de R$ 76,1 milhões. Com esse resultado a rentabilidade ficou em 14,17%. Segundo análise do balanço do banco, feita pelo Dieese, o resultado deve-se ao crescimento das receitas de intermediação e operacionais, aliado a uma significativa redução de despesas.
Mesmo com a recuperação expressiva dos rendimentos, o BMB encerrou o primeiro semestre com 2.778 funcionários, o que representa uma redução de 92 postos de trabalho em doze meses. O banco também fechou uma unidade no período, totalizando agora 188 agências.
A carteira de crédito, com um total de R$ 8,5 bilhões, apresentou queda de 1,4% em doze meses. O segmento pessoa física atingiu R$ 5,1 bilhões (equivalente a 60% do total da carteira), com crescimento de 1% no período. A carteira de pessoa jurídica, por sua vez, apresentou queda de 5,0% em doze meses, totalizando R$ 3,5 bilhões em março de 2015 (representando 40% do total da carteira).
As despesas de provisão para devedores duvidosos reduziram-se em 15,1% em doze meses, totalizando R$ 347,4 milhões. A taxa de inadimplência do Banco Mercantil (para atrasos acima de 90 dias) cresceu 1,2 ponto percentual. ficando em 8,0%, bem acima da média do setor, que é de 3,0%.
As despesas de pessoal caíram 7,3%, totalizando R$ 184,6 milhões, enquanto as receitas de prestação de serviços, mais a renda das tarifas bancárias, subiram 34,3%, atingindo R$ 95,9 milhões. Assim, a cobertura das despesas de pessoal por essas receitas foi de 51,95% em junho de 2015.
Mesmo com a recuperação expressiva dos rendimentos, o BMB encerrou o primeiro semestre com 2.778 funcionários, o que representa uma redução de 92 postos de trabalho em doze meses. O banco também fechou uma unidade no período, totalizando agora 188 agências.
A carteira de crédito, com um total de R$ 8,5 bilhões, apresentou queda de 1,4% em doze meses. O segmento pessoa física atingiu R$ 5,1 bilhões (equivalente a 60% do total da carteira), com crescimento de 1% no período. A carteira de pessoa jurídica, por sua vez, apresentou queda de 5,0% em doze meses, totalizando R$ 3,5 bilhões em março de 2015 (representando 40% do total da carteira).
As despesas de provisão para devedores duvidosos reduziram-se em 15,1% em doze meses, totalizando R$ 347,4 milhões. A taxa de inadimplência do Banco Mercantil (para atrasos acima de 90 dias) cresceu 1,2 ponto percentual. ficando em 8,0%, bem acima da média do setor, que é de 3,0%.
As despesas de pessoal caíram 7,3%, totalizando R$ 184,6 milhões, enquanto as receitas de prestação de serviços, mais a renda das tarifas bancárias, subiram 34,3%, atingindo R$ 95,9 milhões. Assim, a cobertura das despesas de pessoal por essas receitas foi de 51,95% em junho de 2015.
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