14/08/2015
Presidenta Dilma se reaproxima de movimentos sociais
Representantes de mais de 50 entidades da sociedade civil se reuniram com a presidente Dilma Rousseff, nesta quinta-feira (13), para fazer um ato pela democracia e de apoio a ela. Cerca de 1,5 mil pessoas foram inscritas para o evento, denominado Diálogo com Movimentos Sociais Brasileiros. Apesar de cada grupo ter a sua pauta específica, o objetivo comum é apoiar a presidente em um momento de crise política e econômica. O encontro foi proposto pelas centrais sindicais e demais movimentos.
Os representantes dos movimentos sociais consideraram positivo o encontro com a presidenta. O evento foi uma reaproximação de Dilma com os seus parceiros populares, na avaliação do presidente da Contraf-CUT, Roberto Von der Osten, que participou da reunião ao lado da vice-presidenta da confederação, Juvandia Moreira, e outros dirigentes sindicais bancários. "A presidenta, ao criticar a tentativa de terceiro turno das eleições do ano passado, fez uma analogia com os esportes para criticar a postura golpista da oposição: o fair play do esporte diz que se não respeita-se o resultado não pode entrar no jogo", relatou o presidente da Contraf-CUT.
Conforme Roberto, Dilma expôs com franqueza a conjuntura, ouviu críticas, justificou posições e relatou intenções. "Ela afirmou que quer melhorar o País e afirmar a sua soberania. Disse aos movimentos que não vai resolver tudo agora. Isso não é possível. Mas que vai entregar um Brasil melhor ao seu sucessor em 31 de dezembro de 2018. Disse ainda que sabe de que lado está e nunca mudou de lado. Era isso que os movimentos sociais precisavam ouvir", comentou.
O presidente da Contraf-CUT ressaltou ainda que, "para nós, do movimento sindical bancário, foi muito gratificante ouvir que ela nunca pretendeu privatizar a Caixa e que pretende uma Caixa 100% pública".
Importância
De acordo com a Central Única dos Trabalhadores (CUT), a mobilização pretende reconhecer a importância dos movimentos sociais na definição das políticas do país e fortalecer a democracia. "Estamos vivendo um momento político delicado nesse país; temos problemas econômicos, políticos, de representação. Uma ação dessa natureza pode construir laços, tirar saídas, construir ações para fortalecer a democracia e fortalecer o diálogo social", disse Rosane Bertotti, coordenadora-geral do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação.
Segundo a sindicalista, as manifestações de 2013 trouxeram a oportunidade de diálogo social, que ainda vale a pena ser exercitado, porque se está somente no oitavo mês do segundo mandato de Dilma. "Não podemos dizer que não teve diálogo, mas podemos dizer que ele é insuficiente. É preciso cada vez mais aprimorar o diálogo com a sociedade como um todo. E tem vários mecanismos de diálogo”, disse.
Os representantes dos movimentos sociais consideraram positivo o encontro com a presidenta. O evento foi uma reaproximação de Dilma com os seus parceiros populares, na avaliação do presidente da Contraf-CUT, Roberto Von der Osten, que participou da reunião ao lado da vice-presidenta da confederação, Juvandia Moreira, e outros dirigentes sindicais bancários. "A presidenta, ao criticar a tentativa de terceiro turno das eleições do ano passado, fez uma analogia com os esportes para criticar a postura golpista da oposição: o fair play do esporte diz que se não respeita-se o resultado não pode entrar no jogo", relatou o presidente da Contraf-CUT.
Conforme Roberto, Dilma expôs com franqueza a conjuntura, ouviu críticas, justificou posições e relatou intenções. "Ela afirmou que quer melhorar o País e afirmar a sua soberania. Disse aos movimentos que não vai resolver tudo agora. Isso não é possível. Mas que vai entregar um Brasil melhor ao seu sucessor em 31 de dezembro de 2018. Disse ainda que sabe de que lado está e nunca mudou de lado. Era isso que os movimentos sociais precisavam ouvir", comentou.
O presidente da Contraf-CUT ressaltou ainda que, "para nós, do movimento sindical bancário, foi muito gratificante ouvir que ela nunca pretendeu privatizar a Caixa e que pretende uma Caixa 100% pública".
Importância
De acordo com a Central Única dos Trabalhadores (CUT), a mobilização pretende reconhecer a importância dos movimentos sociais na definição das políticas do país e fortalecer a democracia. "Estamos vivendo um momento político delicado nesse país; temos problemas econômicos, políticos, de representação. Uma ação dessa natureza pode construir laços, tirar saídas, construir ações para fortalecer a democracia e fortalecer o diálogo social", disse Rosane Bertotti, coordenadora-geral do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação.
Segundo a sindicalista, as manifestações de 2013 trouxeram a oportunidade de diálogo social, que ainda vale a pena ser exercitado, porque se está somente no oitavo mês do segundo mandato de Dilma. "Não podemos dizer que não teve diálogo, mas podemos dizer que ele é insuficiente. É preciso cada vez mais aprimorar o diálogo com a sociedade como um todo. E tem vários mecanismos de diálogo”, disse.
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