12/08/2015
Ministério Público investiga problemas no processo de seleção interna da Caixa
A Contraf-CUT e a Fenae participaram de audiência nesta segunda-feira (10) na 10º Procuradoria Regional do Trabalho do Ministério Público do Trabalho, em Brasília, para apurar problemas no Processo de Seleção Interna por Competência (PSIC) para formação de banco de habilitados. A denúncia foi feita pelo Sindicato dos Bancários de Brasília.
A aplicação das provas da sistemática aconteceu em abril deste ano e foram apontadas várias falhas pelos empregados, como questões erradas e mal redigidas, dificuldades na visualização dos testes, conteúdo diferente do solicitado nos editais, falta de transparência e não permissão de recursos e de acesso aos resultados individuais.
Fabiana Uehara Proschodlt, secretária da Juventude da Contraf-CUT, informa que a principal reivindicação do movimento dos empregados da Caixa é que os empregados não habilitados não sejam prejudicados pelas falhas cometidas pela Caixa. "Hoje, os trabalhadores que não estão no banco de habilitados ficam impedidos de participar dos PSICs."
A procuradora do Trabalho Ana Cristina Tostes Ribeiro destacou que, "para garantir a lisura do processo em questão, os candidatos devem ter acesso à prova e ao gabarito, bem como lhes deve ser oportunizada a interposição de recurso (o que, inclusive, possibilita a anulação de eventuais questões elaboradas em desconformidade com o programa da prova)".
A falta de transparência no processo tem sido uma das principais críticas das representações dos trabalhadores. Para sugerir melhorias no PSIC, a Contraf-CUT e a Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa) reivindicaram a criação de um comitê paritário, mas o banco recusou a solicitação.
O Ministério Público do Trabalho agendou uma nova audiência para o dia 27 de agosto, às 14h. Na oportunidade, a Caixa deverá se manifestar sobre a possibilidade de ser fornecido o espelho e gabarito da prova, bem como da interposição de recurso. Também deverá apresentar solução quanto a forma de realização da prova, possibilitando aos candidatos as mesmas condições e efetiva fiscalização.
Fonte: Contraf-CUT
A aplicação das provas da sistemática aconteceu em abril deste ano e foram apontadas várias falhas pelos empregados, como questões erradas e mal redigidas, dificuldades na visualização dos testes, conteúdo diferente do solicitado nos editais, falta de transparência e não permissão de recursos e de acesso aos resultados individuais.
Fabiana Uehara Proschodlt, secretária da Juventude da Contraf-CUT, informa que a principal reivindicação do movimento dos empregados da Caixa é que os empregados não habilitados não sejam prejudicados pelas falhas cometidas pela Caixa. "Hoje, os trabalhadores que não estão no banco de habilitados ficam impedidos de participar dos PSICs."
A procuradora do Trabalho Ana Cristina Tostes Ribeiro destacou que, "para garantir a lisura do processo em questão, os candidatos devem ter acesso à prova e ao gabarito, bem como lhes deve ser oportunizada a interposição de recurso (o que, inclusive, possibilita a anulação de eventuais questões elaboradas em desconformidade com o programa da prova)".
A falta de transparência no processo tem sido uma das principais críticas das representações dos trabalhadores. Para sugerir melhorias no PSIC, a Contraf-CUT e a Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa) reivindicaram a criação de um comitê paritário, mas o banco recusou a solicitação.
O Ministério Público do Trabalho agendou uma nova audiência para o dia 27 de agosto, às 14h. Na oportunidade, a Caixa deverá se manifestar sobre a possibilidade de ser fornecido o espelho e gabarito da prova, bem como da interposição de recurso. Também deverá apresentar solução quanto a forma de realização da prova, possibilitando aos candidatos as mesmas condições e efetiva fiscalização.
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