11/08/2015
CUT reúne categorias para debater unificação de campanhas
A CUT nacional realizou, nesta quinta-feira (6), em sua sede, reunião com representantes de confederações e federações de bancários, petroleiros, metalúrgicos e funcionários dos Correios e da área de processamento de dados para discutir a elaboração de um manifesto sobre a conjuntura política no País e uma agenda comum de mobilizações.
O presidente da Contraf-CUT, Roberto von der Osten, participou do encontro. "A CUT está preocupada com a conjuntura e com os ataques que estão sendo feitos à democracia, aos direitos dos trabalhadores, à organização dos movimentos sociais e sindicais e ao patrimônio do povo brasileiro (Petrobras) por setores da elite, ampliados pela mídia e por um Congresso que não está a serviço dos trabalhadores", criticou.
A CUT convocou as categorias que estão em campanha salarial nacional para buscar uma estratégia de atuação conjunta, pensando na defesa dos empregos, salários e direitos e também numa mobilização em defesa do Estado democrático de direito.
"Nossa democracia é frágil. A partir de 1985, tem havido um esforço de setores da sociedade para consolidar o processo democrático brasileiro. Neste momento de crise política, setores articulam um golpe que vai trazer retrocesso político. É contra isso que a CUT quer lutar", afirmou.
O presidente da Contraf-CUT, Roberto von der Osten, participou do encontro. "A CUT está preocupada com a conjuntura e com os ataques que estão sendo feitos à democracia, aos direitos dos trabalhadores, à organização dos movimentos sociais e sindicais e ao patrimônio do povo brasileiro (Petrobras) por setores da elite, ampliados pela mídia e por um Congresso que não está a serviço dos trabalhadores", criticou.
A CUT convocou as categorias que estão em campanha salarial nacional para buscar uma estratégia de atuação conjunta, pensando na defesa dos empregos, salários e direitos e também numa mobilização em defesa do Estado democrático de direito.
"Nossa democracia é frágil. A partir de 1985, tem havido um esforço de setores da sociedade para consolidar o processo democrático brasileiro. Neste momento de crise política, setores articulam um golpe que vai trazer retrocesso político. É contra isso que a CUT quer lutar", afirmou.
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