11/08/2015
Empregados se mobilizam contra desconto em Dia Nacional de Luta
Os empregados da Caixa Federal têm cobrado a revogação da medida que suspendeu o ponto dos bancários que aderiram ao Dia Nacional de Luta, em 29 de maio, e que teve entre as principais bandeiras a resistência ao PL da Terceirização.
“Nas negociações permanentes com o banco, a Comissão Executiva dos Empregados [CEE] tem argumentado que esse desconto é um desrespeito à liberdade do cidadão de se manifestar em defesa de seus direitos. E ainda que o PL da Terceirização é uma das maiores ameaças a conquistas históricas não apenas dos bancários, mas de toda a classe trabalhadora”, enfatiza o integrante da CEE, Dionísio Reis, acrescentando que os negociadores da Caixa insistem em manter a medida.
Para mostrar a insatisfação nos locais de trabalho em relação à arbitrariedade da Caixa, o Sindicato e a Apcef-SP recolhem assinaturas junto aos empregados, que serão entregues à presidenta da estatal, Miriam Belchior.
“Queremos sensibilizar a cúpula da empresa de que medidas unilaterais como esse desconto apenas acirram os ânimos”, afirma. “Reivindicaremos, além do pagamento do dia, que haja mais diálogo da instituição com o movimento sindical. Não há cabimento, por exemplo, que a Gestão de Desempenho de Pessoas (GDP) continue sendo implantada mesmo com todos os problemas já apontados por nós: esse plano propicia o assédio moral, institucionaliza as metas individuais e a concorrência entre os trabalhadores. Uma lógica perversa de mercado que coloca em risco o papel do banco público.”
O pedido de suspensão do desconto do Dia Nacional de Luta também foi feita em documento enviado pelo Sindicato, em meados de junho, no qual é enfatizado que o ato foi amparado na lei 7.783/89 (direito de greve).
“Nas negociações permanentes com o banco, a Comissão Executiva dos Empregados [CEE] tem argumentado que esse desconto é um desrespeito à liberdade do cidadão de se manifestar em defesa de seus direitos. E ainda que o PL da Terceirização é uma das maiores ameaças a conquistas históricas não apenas dos bancários, mas de toda a classe trabalhadora”, enfatiza o integrante da CEE, Dionísio Reis, acrescentando que os negociadores da Caixa insistem em manter a medida.
Para mostrar a insatisfação nos locais de trabalho em relação à arbitrariedade da Caixa, o Sindicato e a Apcef-SP recolhem assinaturas junto aos empregados, que serão entregues à presidenta da estatal, Miriam Belchior.
“Queremos sensibilizar a cúpula da empresa de que medidas unilaterais como esse desconto apenas acirram os ânimos”, afirma. “Reivindicaremos, além do pagamento do dia, que haja mais diálogo da instituição com o movimento sindical. Não há cabimento, por exemplo, que a Gestão de Desempenho de Pessoas (GDP) continue sendo implantada mesmo com todos os problemas já apontados por nós: esse plano propicia o assédio moral, institucionaliza as metas individuais e a concorrência entre os trabalhadores. Uma lógica perversa de mercado que coloca em risco o papel do banco público.”
O pedido de suspensão do desconto do Dia Nacional de Luta também foi feita em documento enviado pelo Sindicato, em meados de junho, no qual é enfatizado que o ato foi amparado na lei 7.783/89 (direito de greve).
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