03/08/2015
Moções aprovadas na conferência reforçam a defesa da democracia
Moções da 17ª Conferência Nacional reforçam defesa da democracia
Com a participação de 667 delegados, a 17ª Conferência Nacional dos Bancários aprovou no encerramento dos trabalhos na tarde deste domingo (2), em São Paulo, um conjunto de moções, reforçando a defesa da democracia e da organização sindical.
Dentre elas, a moção de repúdio ao ataque sofrido pelo Instituto Lula. Conforme os participantes da conferência, a bomba arremessada contra o prédio do Instituto, no último dia 30, "é a materialização da atual difusão do ódio de classes, desferido pelos órgãos da grande mídia e pelas redes sociais".
Também foi aprovada moção contra qualquer restrição às liberdades democráticas e contra restrições políticas aos partidos comprometidos com as causas populares. O documento reflete o desacordo do movimento sindical bancário à cláusula de barreira, recentemente aprovada na Câmara Federal, atingindo principalmente os partidos que, apesar de não terem representação no Congresso Nacional, tenham importante atuação junto aos movimentos sociais.
Foram aprovadas ainda moções de repúdio ao "desgoverno" do governador José Ivo Sartori (PMDB), no Rio Grande do Sul -em virtude de intransigência no trato com servidores públicos estaduais -, à demissão por justa causa ao diretor da Federação dos Bancários do Rio de Janeiro, Victor de Barros Cruz, "de maneira sumária, sem que este tivesse qualquer chance de defesa".
Além das moções de repúdio, foram aprovadas três moções de apoio. A primeira à reeleição de Vagner de Freitas à presidência da CUT Nacional, no próximo 12º CONCUT. A segunda, em apoio à criação de sanções a instituições públicas e privadas que descumprem as regras e normas de prevenção a acidentes e doenças do trabalho.
Por fim, foi aprovada moção de apoio à greve dos professores do Estado do Acre, que se encontram paralisados há 47 dias na luta por melhores salários e condições de trabalho. Os trabalhadores cobram a reabertura dos canais de negociação e a suspensão de práticas antissindicais adotadas pelo governo eleito em processo democrático.
Com a participação de 667 delegados, a 17ª Conferência Nacional dos Bancários aprovou no encerramento dos trabalhos na tarde deste domingo (2), em São Paulo, um conjunto de moções, reforçando a defesa da democracia e da organização sindical.
Dentre elas, a moção de repúdio ao ataque sofrido pelo Instituto Lula. Conforme os participantes da conferência, a bomba arremessada contra o prédio do Instituto, no último dia 30, "é a materialização da atual difusão do ódio de classes, desferido pelos órgãos da grande mídia e pelas redes sociais".
Também foi aprovada moção contra qualquer restrição às liberdades democráticas e contra restrições políticas aos partidos comprometidos com as causas populares. O documento reflete o desacordo do movimento sindical bancário à cláusula de barreira, recentemente aprovada na Câmara Federal, atingindo principalmente os partidos que, apesar de não terem representação no Congresso Nacional, tenham importante atuação junto aos movimentos sociais.
Foram aprovadas ainda moções de repúdio ao "desgoverno" do governador José Ivo Sartori (PMDB), no Rio Grande do Sul -em virtude de intransigência no trato com servidores públicos estaduais -, à demissão por justa causa ao diretor da Federação dos Bancários do Rio de Janeiro, Victor de Barros Cruz, "de maneira sumária, sem que este tivesse qualquer chance de defesa".
Além das moções de repúdio, foram aprovadas três moções de apoio. A primeira à reeleição de Vagner de Freitas à presidência da CUT Nacional, no próximo 12º CONCUT. A segunda, em apoio à criação de sanções a instituições públicas e privadas que descumprem as regras e normas de prevenção a acidentes e doenças do trabalho.
Por fim, foi aprovada moção de apoio à greve dos professores do Estado do Acre, que se encontram paralisados há 47 dias na luta por melhores salários e condições de trabalho. Os trabalhadores cobram a reabertura dos canais de negociação e a suspensão de práticas antissindicais adotadas pelo governo eleito em processo democrático.
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