31/07/2015
Bradesco fecha segundo trimestre com lucro de R$ 4,5 bi e alta de 18%
O Bradesco abriu, nesta quinta-feira (30), a temporada de resultados das grandes instituições financeiras. O banco fechou o segundo trimestre com lucro líquido contábil de R$ 4,473 bilhões, o que representa aumento de 18,4% sobre o mesmo período do ano passado. O lucro ajustado, que exclui itens não recorrentes, subiu também 18,4% e alcançou R$ 4,504 bilhões, em linha com a previsão de analistas.
A taxa de inadimplência acima de 90 dias foi de 3,7%, ante 3,6% no primeiro trimestre e 3,5% no mesmo período do ano passado. As despesas com provisão para perdas com crédito (PDD) aumentaram 13% na comparação com igual trimestre de 2014, para R$ 3,55 bilhões.
A carteira de crédito expandida ficou praticamente estável em relação a março e cresceu 6,5% em 12 meses, para R$ 463,4 bilhões. A expansão anual foi puxada pelos empréstimos consignados e pelo crédito imobiliário para pessoas físicas e por operações no exterior, no caso de pessoas jurídicas.
A despeito do cenário de menor crescimento do crédito, o Bradesco manteve sua projeção para o ano. O banco ainda espera expansão entre 5% e 9% da carteira expandida em 2015. A instituição só alterou sua estimativa para a margem financeira de juros, prevendo agora uma faixa entre 10% e 14% neste ano, ante 6% a 10% projetados anteriormente.
A taxa de inadimplência acima de 90 dias foi de 3,7%, ante 3,6% no primeiro trimestre e 3,5% no mesmo período do ano passado. As despesas com provisão para perdas com crédito (PDD) aumentaram 13% na comparação com igual trimestre de 2014, para R$ 3,55 bilhões.
A carteira de crédito expandida ficou praticamente estável em relação a março e cresceu 6,5% em 12 meses, para R$ 463,4 bilhões. A expansão anual foi puxada pelos empréstimos consignados e pelo crédito imobiliário para pessoas físicas e por operações no exterior, no caso de pessoas jurídicas.
A despeito do cenário de menor crescimento do crédito, o Bradesco manteve sua projeção para o ano. O banco ainda espera expansão entre 5% e 9% da carteira expandida em 2015. A instituição só alterou sua estimativa para a margem financeira de juros, prevendo agora uma faixa entre 10% e 14% neste ano, ante 6% a 10% projetados anteriormente.
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