31/07/2015
Idec aciona Itaú por cobrança ilegal em contratos de financiamento imobiliário
O Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) ingressou com uma ação civil pública contra o Itaú Unibanco para anular uma cláusula contratual que prevê a cobrança de R$ 25 por mês, em contratos de financiamento imobiliário. O pagamento é referente a "Tarifa de Administração do Contrato" ou "Custos de Administração do Contrato", com incidência sobre todas as parcelas.
Para o Idec, a tarifa é ilegal por ser um custo inerente à prestação do serviço bancário e por não trazer contraprestação ao consumidor, caracterizando-se como cobrança abusiva. O instituto exemplifica o tamanho do impacto: num financiamento de R$ 100 mil, em 360 meses, o custo total da tarifa para o comprador terá sido de R$ 9 mil, ou seja, 9% do valor financiado. "Já existe uma ação contra a Caixa Econômica, o primeiro em financiamento de imóveis. Estamos estudando entrar com ações semelhantes para pedir a mesma anulação para outros bancos", declarou Mariana Alves, advogada do Idec, por meio de nota.
Também em nota, o Itaú informou que ainda não foi notificado sobre a ação, mas declarou que a taxa é uma "contraprestação ao serviço de administrar o contrato de financiamento imobiliário durante todo o prazo de vigência", incluindo simulações a pedido do cliente e cálculos do saldo devedor atualizado após as amortizações.
No Boulevard Carioca, um empreendimento imobiliário financiado pelo Banco do Brasil (BB), em Campo Grande, na Zona Oeste do Rio, também há essa cobrança, segundo informações obtidas pelo Extra e comprovadas por meio de extratos bancários dos compradores. Segundo o BB, "todos os encargos cobrados estão previstos em contrato" e seguem a legislação.
Caso a ação do Idec seja aceita pela Justiça, os clientes do Itaú deixariam de pagar a tarifa e/ou poderiam receber os valores já pagos em dobro.
Para o Idec, a tarifa é ilegal por ser um custo inerente à prestação do serviço bancário e por não trazer contraprestação ao consumidor, caracterizando-se como cobrança abusiva. O instituto exemplifica o tamanho do impacto: num financiamento de R$ 100 mil, em 360 meses, o custo total da tarifa para o comprador terá sido de R$ 9 mil, ou seja, 9% do valor financiado. "Já existe uma ação contra a Caixa Econômica, o primeiro em financiamento de imóveis. Estamos estudando entrar com ações semelhantes para pedir a mesma anulação para outros bancos", declarou Mariana Alves, advogada do Idec, por meio de nota.
Também em nota, o Itaú informou que ainda não foi notificado sobre a ação, mas declarou que a taxa é uma "contraprestação ao serviço de administrar o contrato de financiamento imobiliário durante todo o prazo de vigência", incluindo simulações a pedido do cliente e cálculos do saldo devedor atualizado após as amortizações.
No Boulevard Carioca, um empreendimento imobiliário financiado pelo Banco do Brasil (BB), em Campo Grande, na Zona Oeste do Rio, também há essa cobrança, segundo informações obtidas pelo Extra e comprovadas por meio de extratos bancários dos compradores. Segundo o BB, "todos os encargos cobrados estão previstos em contrato" e seguem a legislação.
Caso a ação do Idec seja aceita pela Justiça, os clientes do Itaú deixariam de pagar a tarifa e/ou poderiam receber os valores já pagos em dobro.
SINDICALIZE-SE
MAIS NOTÍCIAS
- Caixa apresenta proposta final para o Saúde Caixa e negociações avançam em carreira e remuneração variável
- Banco do Brasil apresenta proposta para renovação do ACT específico
- Categoria garante aumento real, mantém direitos e alcança novas conquistas; Proposta será submetida às assembleias
- 28 de agosto marca trajetória de luta e conquistas dos bancários
- Comando Nacional derrota propostas de arrocho salarial
- Banco do Brasil apresenta avanços em negociação, mas funcionalismo cobra propostas financeiras
- Caixa lucra R$ 7,4 bilhões no semestre e movimento sindical cobra valorização dos empregados
- Caixa promete apresentar nova proposta para o Saúde Caixa nesta sexta-feira (28)
- Sindicato celebra bancários com sorteio de prêmios e reforça mobilização na Campanha Nacional
- Campanha Nacional: Sem aumento real não dá, Fenaban!
- Caixa não apresenta nova proposta para o Saúde Caixa
- Negociação com a Caixa: Saúde Caixa, carreira, condições de trabalho e contratações estão no centro da Campanha; veja resumo até aqui
- Negociação do Banco do Brasil segue sem avanço nas principais reivindicações
- Sete mesas, muitas cobranças e poucas respostas: relembre a negociação com o BB
- Banqueiros propõem reajuste de 62% da inflação, um dos piores de 2026. Comando rejeitou na mesa