20/07/2015
Banco do Brasil renegocia R$ 1 bilhão em dívidas pela internet
O Banco do Brasil conseguiu renegociar mais de R$ 1 bilhão de dívidas em atraso por meio da internet. Mais de 100 mil clientes, entre empresas e pessoas físicas, fizeram a renegociação por meio da ferramenta online, lançada há 10 meses.
O banco também pretende ampliar a ferramenta para permitir a renegociação de dívidas que não estão em atraso. A ideia é fazer a ampliação no final de setembro. Segundo o vice-presidente de Controles Internos e Gestão de Riscos, Walter Malieni Júnior, 50% dos clientes que entram no portal de renegociação estão adimplentes. “Pode ser por curiosidade, mas também pode ser um indicativo de comportamento de alguém que está com medo de ter dificuldade.”
Atualmente, a ferramenta permite que clientes com dívidas com o banco acessem ambiente no autoatendimento pela internet, onde é possível consultar o saldo devedor e o número de parcelas em atraso dessas operações, o valor de tarifas pendentes – além de simular as condições para um acordo de renegociação.
O banco oferece a opção de renegociar a dívida, com abatimento, mas não é possível acessar novo crédito na instituição até o prejuízo ser baixado. Segundo o Malieni, 22% dos clientes optam pelo abatimento. “Quando cliente opta pelo abatimento, deixa ter crédito com Banco do Brasil por gerar prejuízo”.
Segundo Malieni Júnior, antes do lançamento da ferramenta, muitos clientes procuravam o Procon para questionar uma dívida e as soluções oferecidas estavam disponíveis no próprio banco. Por isso, foi lançada a ferramenta para que o cliente pudesse fazer a renegociação. “O tema é constrangedor por natureza. Na pequena empresa, você tem gestão familiar e é o mesmo constrangimento. Pela internet, é mais cômodo e o cliente escolhe o tempo dele.”
“Por mais que as agências façam bom atendimento, pode haver clientes que se inibam de ir em uma agência bancária. A solução [pela internet] é mais rápida e evita que o cliente fique negativado e entre em um ciclo vicioso,” disse.
De acordo com o banco, dos clientes que renegociam dívidas, 60% são pessoas físicas e 40%, empresas. A renegociação para as empresas foi inserida no portal há cerca de cinco meses. Dos clientes que renegociam as dívidas, 11% ganham menos de R$ 768, por mês. Outros 20% menos de R$ 1 mil.
Segundo o BB, em março de 2015, o índice de inadimplência total do banco (menos de 90 dias) estava em 2%. De acordo com Malieni, o banco está constantemente avaliando a carteira de crédito para evitar maior inadimplência.
O BB também reformulou a estrutura responsável pela recuperação de ativos. A rede - formada por unidades especializadas de acordo com o perfil da dívida (tempo de atraso da operação, localização geográfica dos clientes) - foi reforçada, com a instalação de uma gerência com atuação nacional para a cobrança e reestruturação de ativos.
O banco também pretende ampliar a ferramenta para permitir a renegociação de dívidas que não estão em atraso. A ideia é fazer a ampliação no final de setembro. Segundo o vice-presidente de Controles Internos e Gestão de Riscos, Walter Malieni Júnior, 50% dos clientes que entram no portal de renegociação estão adimplentes. “Pode ser por curiosidade, mas também pode ser um indicativo de comportamento de alguém que está com medo de ter dificuldade.”
Atualmente, a ferramenta permite que clientes com dívidas com o banco acessem ambiente no autoatendimento pela internet, onde é possível consultar o saldo devedor e o número de parcelas em atraso dessas operações, o valor de tarifas pendentes – além de simular as condições para um acordo de renegociação.
O banco oferece a opção de renegociar a dívida, com abatimento, mas não é possível acessar novo crédito na instituição até o prejuízo ser baixado. Segundo o Malieni, 22% dos clientes optam pelo abatimento. “Quando cliente opta pelo abatimento, deixa ter crédito com Banco do Brasil por gerar prejuízo”.
Segundo Malieni Júnior, antes do lançamento da ferramenta, muitos clientes procuravam o Procon para questionar uma dívida e as soluções oferecidas estavam disponíveis no próprio banco. Por isso, foi lançada a ferramenta para que o cliente pudesse fazer a renegociação. “O tema é constrangedor por natureza. Na pequena empresa, você tem gestão familiar e é o mesmo constrangimento. Pela internet, é mais cômodo e o cliente escolhe o tempo dele.”
“Por mais que as agências façam bom atendimento, pode haver clientes que se inibam de ir em uma agência bancária. A solução [pela internet] é mais rápida e evita que o cliente fique negativado e entre em um ciclo vicioso,” disse.
De acordo com o banco, dos clientes que renegociam dívidas, 60% são pessoas físicas e 40%, empresas. A renegociação para as empresas foi inserida no portal há cerca de cinco meses. Dos clientes que renegociam as dívidas, 11% ganham menos de R$ 768, por mês. Outros 20% menos de R$ 1 mil.
Segundo o BB, em março de 2015, o índice de inadimplência total do banco (menos de 90 dias) estava em 2%. De acordo com Malieni, o banco está constantemente avaliando a carteira de crédito para evitar maior inadimplência.
O BB também reformulou a estrutura responsável pela recuperação de ativos. A rede - formada por unidades especializadas de acordo com o perfil da dívida (tempo de atraso da operação, localização geográfica dos clientes) - foi reforçada, com a instalação de uma gerência com atuação nacional para a cobrança e reestruturação de ativos.
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