10/07/2015
Cassi está novamente na pauta de reunião com o Banco do Brasil
A Contraf-CUT e a Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil voltam a se reunir com a direção do Banco do Brasil para tratar de Cassi. Na sexta-feira 10 será realizada uma nova rodada de negociação para discutir o modelo assistencial e proposta de equilíbrio e sustentabilidade financeira para a caixa de assistência. Os representantes dos trabalhadores vão insistir na proposta apresentada em reuniões passadas que prevê aporte financeiro, garantia de atendimento à saúde no pós-laboral, manutenção do modelo de custeio solidário e que os associados não sejam os únicos a arcarem com o desequilíbrio financeiro da Cassi.
O modelo atual é inviável, em razão da elevação de custos médico-hospitalares e o não acompanhamento dos salários e benefícios de aposentadoria no mesmo ritmo, além de uma política de atendimento reativa à doença, comprovadamente onerosa. “Defendemos o modelo de atenção integral à saúde que é preventivo, baseado no médico de família, como no Reino Unido, Canadá e Holanda, que dão o primeiro atendimento antes de buscar o especialista. A prevenção inclui mais medidas que podem reduzir os casos de adoecimento precoce, doenças crônicas e ainda intervenções evitáveis que têm custos elevados e nem sempre são a melhor alternativa para tratamento. Financeiramente, precisamos de solução para o déficit e aporte de R$ 150 milhões para investimento no projeto piloto com garantia firme de que será investido no modelo”, diz Wagner Nascimento, coordenador da COE do BB.
Na reunião, da qual também participam outras entidades de representação dos funcionários da ativa e aposentados, serão cobradas ainda respostas aos questionamentos feitos no encontro de 9 de junho, sobre a proposta do banco com itens que dificultam a construção de uma solução. Por exemplo, o risco dos futuros aposentados ficarem sem a cobertura em relação à saúde, ou que futuros déficits onerem exclusivamente os associados com cobrança por idade e dependentes, o que significaria a quebra da solidariedade. Outro questionamento é a possibilidade de aporte pelo banco e recálculo do percentual de contribuição pelo BB na ativa para garantir o atendimento quando aposentado.
“A unidade das entidades e dos trabalhadores é fundamental, vamos manter a pressão de forma unificada para garantir que o banco faça proposta melhor”, concluiu o coordenador.
Fonte: Seeb SP, com informações da Contraf-CUT
O modelo atual é inviável, em razão da elevação de custos médico-hospitalares e o não acompanhamento dos salários e benefícios de aposentadoria no mesmo ritmo, além de uma política de atendimento reativa à doença, comprovadamente onerosa. “Defendemos o modelo de atenção integral à saúde que é preventivo, baseado no médico de família, como no Reino Unido, Canadá e Holanda, que dão o primeiro atendimento antes de buscar o especialista. A prevenção inclui mais medidas que podem reduzir os casos de adoecimento precoce, doenças crônicas e ainda intervenções evitáveis que têm custos elevados e nem sempre são a melhor alternativa para tratamento. Financeiramente, precisamos de solução para o déficit e aporte de R$ 150 milhões para investimento no projeto piloto com garantia firme de que será investido no modelo”, diz Wagner Nascimento, coordenador da COE do BB.
Na reunião, da qual também participam outras entidades de representação dos funcionários da ativa e aposentados, serão cobradas ainda respostas aos questionamentos feitos no encontro de 9 de junho, sobre a proposta do banco com itens que dificultam a construção de uma solução. Por exemplo, o risco dos futuros aposentados ficarem sem a cobertura em relação à saúde, ou que futuros déficits onerem exclusivamente os associados com cobrança por idade e dependentes, o que significaria a quebra da solidariedade. Outro questionamento é a possibilidade de aporte pelo banco e recálculo do percentual de contribuição pelo BB na ativa para garantir o atendimento quando aposentado.
“A unidade das entidades e dos trabalhadores é fundamental, vamos manter a pressão de forma unificada para garantir que o banco faça proposta melhor”, concluiu o coordenador.
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