19/06/2015
Coação: Caixa está sondando empregados sobre participação em greves
O Sindicato dos Bancários de São Paulo está recebendo denúncias de empregados da Caixa que estão recebendo ligações telefônicas de um instituto de pesquisa. Do outro lado da linha, uma pessoa faz questionamentos sobre a intenção de aderir à greve que eventualmente ocorrerá durante a campanha nacional unificada, que começa em setembro.
O movimento sindical considera a realização desse levantamento uma forma de coação por parte do banco. “Os bancários não são obrigados a responder e, mais que isso, devem denunciar caso se sintam coagidos ou constrangidos”, orienta o diretor executivo do Sindicato dos Bancários de São Paulo e empregado da Caixa, Dionísio Reis.
A dirigente sindical e empregada da Caixa Jackeline Machado considera a pesquisa “inadmissível na maneira como é feita, pois identifica a pessoa arguida e a constrange em seu legítimo direito de lutar por seus direitos e melhorias de condições de trabalho”.
“Perguntam se você participou da greve passada, de ‘1 a 10’, qual o grau da sua contribuição para a realização da greve passada, e se houver greve este ano, qual o grau de sua intenção de participar e, pasme, qual índice de reajuste deve ser concedido: o reivindicado pela categoria ou o oferecido pela Fenaban!”, relata Jackeline.
“A Caixa dá uma demonstração de má-fé se está prevendo greve antes mesmo do início das negociações”, afirma Dionísio Reis.
Em seu levantamento o instituto de pesquisa abrange ainda outros temas como condições de trabalho, salário, carreira, reajuste salarial.
Este ano a Caixa já adotou outras ações antissindicais, como o desconto salarial dos bancários que participaram das paralisações contra o PL 4330 da terceirização. “Os empregados não devem temer ações como essas. É fundamental que participem da luta que este ano está só no começo. Vamos apostar na negociação”, afirma Dionísio.
Fonte: Seeb SP
O movimento sindical considera a realização desse levantamento uma forma de coação por parte do banco. “Os bancários não são obrigados a responder e, mais que isso, devem denunciar caso se sintam coagidos ou constrangidos”, orienta o diretor executivo do Sindicato dos Bancários de São Paulo e empregado da Caixa, Dionísio Reis.
A dirigente sindical e empregada da Caixa Jackeline Machado considera a pesquisa “inadmissível na maneira como é feita, pois identifica a pessoa arguida e a constrange em seu legítimo direito de lutar por seus direitos e melhorias de condições de trabalho”.
“Perguntam se você participou da greve passada, de ‘1 a 10’, qual o grau da sua contribuição para a realização da greve passada, e se houver greve este ano, qual o grau de sua intenção de participar e, pasme, qual índice de reajuste deve ser concedido: o reivindicado pela categoria ou o oferecido pela Fenaban!”, relata Jackeline.
“A Caixa dá uma demonstração de má-fé se está prevendo greve antes mesmo do início das negociações”, afirma Dionísio Reis.
Em seu levantamento o instituto de pesquisa abrange ainda outros temas como condições de trabalho, salário, carreira, reajuste salarial.
Este ano a Caixa já adotou outras ações antissindicais, como o desconto salarial dos bancários que participaram das paralisações contra o PL 4330 da terceirização. “Os empregados não devem temer ações como essas. É fundamental que participem da luta que este ano está só no começo. Vamos apostar na negociação”, afirma Dionísio.
Fonte: Seeb SP
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