22/06/2015
Enganados pelo BB, bancários são forçados a fazer telemarketing
O Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região está investigando, com base em alguns indícios, que um suposto curso sobre seguridade oferecido pelo Banco do Brasil a seus funcionários seja, na verdade, uma sessão forçada de telemarketing. A “tortura” teria se prolongado por toda essa semana – entre os dias 15 e 19 – e envolvido trabalhadores ligados à regional de Lins.
“Eles chamam, convocam, o funcionário até o local (sede regional) dizendo ser um curso de seguridade, mas na verdade o trabalhador fica no local fazendo ligações e sendo pressionado o dia todo para vender seguros”, relatou um denunciante. “No final do expediente, o superintendente Fernando (Leite Carvalho) vai até cada um para cobrar o que foi feito”.
O Sindicato considerou a ação do banco ofensiva e desrespeitosa. “Isso é um grande absurdo. Tiram o trabalhador de seu local de trabalho, levando-o até outra cidade para fazer ligações e vender produtos, trancado numa sala, sendo que podem fazer isso pela própria agência ou pela central de telemarketing do banco”, critica o presidente do Sindicato, Paulo Franco.
O sindicalista determinou que uma apuração completa seja feita de modo a comprovar a realização da atividade. “Tomaremos todas as providências possíveis e as medidas necessárias para proteger os trabalhadores contra esse assédio moral gravíssimo”. Paulo Franco pede, ainda, que os trabalhadores denunciem ao Sindicato as práticas abusivas do banco.
Fonte: Seeb Catanduva
“Eles chamam, convocam, o funcionário até o local (sede regional) dizendo ser um curso de seguridade, mas na verdade o trabalhador fica no local fazendo ligações e sendo pressionado o dia todo para vender seguros”, relatou um denunciante. “No final do expediente, o superintendente Fernando (Leite Carvalho) vai até cada um para cobrar o que foi feito”.
O Sindicato considerou a ação do banco ofensiva e desrespeitosa. “Isso é um grande absurdo. Tiram o trabalhador de seu local de trabalho, levando-o até outra cidade para fazer ligações e vender produtos, trancado numa sala, sendo que podem fazer isso pela própria agência ou pela central de telemarketing do banco”, critica o presidente do Sindicato, Paulo Franco.
O sindicalista determinou que uma apuração completa seja feita de modo a comprovar a realização da atividade. “Tomaremos todas as providências possíveis e as medidas necessárias para proteger os trabalhadores contra esse assédio moral gravíssimo”. Paulo Franco pede, ainda, que os trabalhadores denunciem ao Sindicato as práticas abusivas do banco.
Fonte: Seeb Catanduva
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