15/04/2015
Em 'mar de indiferença', CPI do HSBC inicia depoimentos nesta quinta
Na França Arlette Ricci é presa e multada em US$ 1,1 milhão por manter conta secreta e recursos não declarados na agência do HSBC na Suiça. Aqui, o escândalo não incomoda nem os "revoltados" que vão às ruas. Neste mar de indiferença, a CPI do Senado puxada pelo senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) e presidida pelo senador Paulo Rocha (PT-PA) começa a ouvir os primeiros convocados esta semana.
Na quinta-feira (16) o primeiro a ser ouvido será o doleiro Henry Hoyer, do Rio de Janeiro, apontado por Alberto Youssef em sua delação premiada como um parceiro do PP no esquema Petrobrás. Mas os grandes clientes de Hoyer seriam os donos de contas na agência suíça do HSBC, para onde ele providenciava transferências de recursos não declarados no Brasil através de operações intrincadas e difícil rastreamento.
O outro depoente de quinta-feira será Celso Moreira da Silva, ex-diretor do Metrô de São Paulo, acusado de improbidade administrativa pelo Ministério Público por envolvimento no esquema de propinas cobradas da fornecedora francesa Alston durante os últimos governos tucanos em São Paulo. Antes ainda do escândalo internacional denominado Swissleaks, os procuradores já haviam descoberto que ele tinha contas na Suíça.
Outro ex-diretor do metrô, Ademir Venâncio de Araújo, também envolvido com o caso "trensalão", também será ouvido mais adiante. Ele e Moreira da Silva, segundo reportagem do jornal O Globo em parceria com o site UOL Notícias, teriam na Suíça depósitos superiores a três milhões de dólares em suas respectivas contas.
O presidente do HSBC no Brasil, André Brandão, também foi convocado mas seu depoimento deve ocorrer na próxima semana.
Fonte: Portal Brasil247
Na quinta-feira (16) o primeiro a ser ouvido será o doleiro Henry Hoyer, do Rio de Janeiro, apontado por Alberto Youssef em sua delação premiada como um parceiro do PP no esquema Petrobrás. Mas os grandes clientes de Hoyer seriam os donos de contas na agência suíça do HSBC, para onde ele providenciava transferências de recursos não declarados no Brasil através de operações intrincadas e difícil rastreamento.
O outro depoente de quinta-feira será Celso Moreira da Silva, ex-diretor do Metrô de São Paulo, acusado de improbidade administrativa pelo Ministério Público por envolvimento no esquema de propinas cobradas da fornecedora francesa Alston durante os últimos governos tucanos em São Paulo. Antes ainda do escândalo internacional denominado Swissleaks, os procuradores já haviam descoberto que ele tinha contas na Suíça.
Outro ex-diretor do metrô, Ademir Venâncio de Araújo, também envolvido com o caso "trensalão", também será ouvido mais adiante. Ele e Moreira da Silva, segundo reportagem do jornal O Globo em parceria com o site UOL Notícias, teriam na Suíça depósitos superiores a três milhões de dólares em suas respectivas contas.
O presidente do HSBC no Brasil, André Brandão, também foi convocado mas seu depoimento deve ocorrer na próxima semana.
Fonte: Portal Brasil247
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