17/06/2014
Banco revela interesse em bancarizar trabalhadores da Losango
Crédito: Jailton Garcia - Contraf-CUT
Reunião ocorreu na sede da Contraf-CUT, em São Paulo
Em reunião realizada nesta segunda-feira (16), na sede da Contraf-CUT, em São Paulo, entre a Comissão do Organização dos Empregados (COE) e o HSBC, o banco inglês manifestou interesse em bancarizar os funcionários da financeira Losango e aplicar integralmente a convenção coletiva de trabalho da categoria bancária a esses trabalhadores. Ao todo, são 1.145 funcionários em todo o país.
A terceirização tem sido alvo de várias ações coletivas de sindicatos e do Ministério Público do Trabalho que a tem considerado ilegal.
O HSBC foi representado por João Rached, diretor de relações institucionais, Gilmar Lepchack gerente de relações sindicais, e Fernando Nogueira, assessor Jurídico.
Para a continuidade das negociações, a Contraf-CUT solicitou ao banco informações relativas à lotação dos empregados e endereços das lojas da Losango em todo o Brasil, relação nominal dos funcionários, o número de trabalhadores que terão jornada de seis e de oito horas, e o novo plano de cargos com enquadramento destes funcionários, inclusive com a definição do valor da comissão de função para os que forem trabalhar oito horas.
"Achamos positiva a disposição do HSBC de discutir bancarização dos trabalhadores da Losango. A terceirização ilegal já tem sido questionada em diversas instâncias jurídicas e o nosso objetivo é garantir a esses trabalhadores todos os direitos da categoria bancária", afirma Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT.
Segundo Miguel Pereira, secretário de Organização do Ramo Financeiro da Contraf-CUT, o banco também se comprometeu a apresentar a definição das escalas de trabalho e do programa de remuneração variável deste segmento, bem como a data provável de entrada em vigor das medidas, caso sejam aprovadas pelas assembleias.
"É um importante passo nessa discussão. Orientamos os sindicatos a informar à Contraf-CUT sobre possíveis ações coletivas existentes e que possam contribuir com esse debate. Uma nova rodada de negociações será marcada até a primeira quinzena de julho", destaca Miguel.
Fonte: Contraf-CUT
Reunião ocorreu na sede da Contraf-CUT, em São PauloEm reunião realizada nesta segunda-feira (16), na sede da Contraf-CUT, em São Paulo, entre a Comissão do Organização dos Empregados (COE) e o HSBC, o banco inglês manifestou interesse em bancarizar os funcionários da financeira Losango e aplicar integralmente a convenção coletiva de trabalho da categoria bancária a esses trabalhadores. Ao todo, são 1.145 funcionários em todo o país.
A terceirização tem sido alvo de várias ações coletivas de sindicatos e do Ministério Público do Trabalho que a tem considerado ilegal.
O HSBC foi representado por João Rached, diretor de relações institucionais, Gilmar Lepchack gerente de relações sindicais, e Fernando Nogueira, assessor Jurídico.
Para a continuidade das negociações, a Contraf-CUT solicitou ao banco informações relativas à lotação dos empregados e endereços das lojas da Losango em todo o Brasil, relação nominal dos funcionários, o número de trabalhadores que terão jornada de seis e de oito horas, e o novo plano de cargos com enquadramento destes funcionários, inclusive com a definição do valor da comissão de função para os que forem trabalhar oito horas.
"Achamos positiva a disposição do HSBC de discutir bancarização dos trabalhadores da Losango. A terceirização ilegal já tem sido questionada em diversas instâncias jurídicas e o nosso objetivo é garantir a esses trabalhadores todos os direitos da categoria bancária", afirma Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT.
Segundo Miguel Pereira, secretário de Organização do Ramo Financeiro da Contraf-CUT, o banco também se comprometeu a apresentar a definição das escalas de trabalho e do programa de remuneração variável deste segmento, bem como a data provável de entrada em vigor das medidas, caso sejam aprovadas pelas assembleias.
"É um importante passo nessa discussão. Orientamos os sindicatos a informar à Contraf-CUT sobre possíveis ações coletivas existentes e que possam contribuir com esse debate. Uma nova rodada de negociações será marcada até a primeira quinzena de julho", destaca Miguel.
Fonte: Contraf-CUT
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