13/11/2013
Bancários paralisam agências do Itaú em Catanduva
Os bancários paralisaram duas agências do banco nesta manhã de quarta feira em Catanduva, protestando contra as constantes demissões ocorridas na instituição financeira. " É um absurdo o que vem ocorrendo nos bancos, principalmente no Itaú, em relação a dispensa de funcionários. Como pode um banco que lucra bilhões, tratar tão mal clientes e funcionários. Isso tem que acabar" esbraveja o presidente do sindiocato e funcionário do Itaú, Paulo Franco.
Em junho, a direção do banco informou em reunião com dirigentes sindicais que não fecharia centros administrativos, nem cortaria postos de trabalho diante do investimento em novo polo de tecnologia no interior do estado. "Não foi bem o que ocorreu. Essas demissões não pararam mais desde então. Quem fica, além de ficar sobrecarregado, com trabalho até aos finais de semana, vai adoecer, pois a pressão e o medo da dispensa já fazem parte do cotidiano", alerta o diretor e também funcionário do Itaú Carlos Alberto Moretto, destacando a crescente terceirização na área de tecnologia, o que precariza o trabalho.
Além do investimento no novo centro tecnológico, o lucro líquido recorrente do Itaú atingiu R$ 11,156 bilhões nos nove primeiros meses de 2013, 5,8% mais em relação ao mesmo período de 2012. "Esse resultado fantástico é fruto do trabalho dos bancários. Mas, infelizmente, não há contrapartida para a sociedade, apenas desemprego", destaca Segio Ximbica, diretor do sindicato e também funcionáro do Itaú.
O banco reduziu o número de trabalhadores de 104.022 em março de 2011 para 87.440 em setembro de 2013 - corte de 16.582 postos de trabalho no período.

Em junho, a direção do banco informou em reunião com dirigentes sindicais que não fecharia centros administrativos, nem cortaria postos de trabalho diante do investimento em novo polo de tecnologia no interior do estado. "Não foi bem o que ocorreu. Essas demissões não pararam mais desde então. Quem fica, além de ficar sobrecarregado, com trabalho até aos finais de semana, vai adoecer, pois a pressão e o medo da dispensa já fazem parte do cotidiano", alerta o diretor e também funcionário do Itaú Carlos Alberto Moretto, destacando a crescente terceirização na área de tecnologia, o que precariza o trabalho.
Além do investimento no novo centro tecnológico, o lucro líquido recorrente do Itaú atingiu R$ 11,156 bilhões nos nove primeiros meses de 2013, 5,8% mais em relação ao mesmo período de 2012. "Esse resultado fantástico é fruto do trabalho dos bancários. Mas, infelizmente, não há contrapartida para a sociedade, apenas desemprego", destaca Segio Ximbica, diretor do sindicato e também funcionáro do Itaú.
O banco reduziu o número de trabalhadores de 104.022 em março de 2011 para 87.440 em setembro de 2013 - corte de 16.582 postos de trabalho no período.

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