03/06/2026
Negociação sobre a Cassi avança, mas entidades cobram respostas do Banco do Brasil para questões estruturais
Representantes dos funcionários e do Banco do Brasil se reuniram nesta quarta-feira (3) para mais uma rodada de negociações sobre o custeio da Cassi. O encontro teve como objetivo discutir alternativas para garantir a sustentabilidade da Caixa de Assistência e avançar na construção de um modelo de financiamento capaz de atender às demandas dos associados.
Durante a reunião, o Banco do Brasil propôs aprofundar o debate técnico sobre cenários elaborados a partir de uma proposta de modelo híbrido de custeio, sob o argumento de que existiriam divergências em relação ao formato apresentado.
Os representantes dos trabalhadores afirmaram ter recebido a posição com surpresa. Segundo as entidades, a expectativa era obter um retorno sobre as críticas e os apontamentos feitos na reunião anterior, uma vez que há consenso quanto à necessidade de buscar uma alternativa que não esteja vinculada exclusivamente à remuneração dos funcionários.
As entidades reiteraram que é necessário aprofundar os estudos e as simulações para avaliar os impactos de cada proposta e construir uma solução equilibrada para a Cassi.
A coordenadora da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), Fernanda Lopes, ressaltou que o debate precisa contemplar temas que seguem sem definição. “As entidades já manifestaram concordância com a busca de um modelo híbrido de custeio. O que precisamos agora é analisar com profundidade os cenários apresentados e seus impactos para os associados. Mas também é fundamental avançar em questões que seguem sem solução, como o custeio da assistência à saúde no período pós-laboral dos funcionários admitidos após 2018 e o direito definitivo de filiação à Cassi para os colegas egressos de bancos incorporados”, afirmou.
Outro ponto destacado pela representação dos trabalhadores foi a necessidade de garantir uma solução permanente para os funcionários oriundos de bancos incorporados pelo Banco do Brasil, assegurando seu acesso ao Plano de Associados da Cassi.
Ao final do encontro, ficou definida uma nova rodada de negociações para a próxima terça-feira (9), quando as partes darão continuidade às discussões.
Para as entidades, a construção de uma saída duradoura para a Cassi passa pelo diálogo e pelo compromisso do Banco do Brasil com a manutenção da assistência à saúde dos funcionários da ativa e aposentados.
Durante a reunião, o Banco do Brasil propôs aprofundar o debate técnico sobre cenários elaborados a partir de uma proposta de modelo híbrido de custeio, sob o argumento de que existiriam divergências em relação ao formato apresentado.
Os representantes dos trabalhadores afirmaram ter recebido a posição com surpresa. Segundo as entidades, a expectativa era obter um retorno sobre as críticas e os apontamentos feitos na reunião anterior, uma vez que há consenso quanto à necessidade de buscar uma alternativa que não esteja vinculada exclusivamente à remuneração dos funcionários.
As entidades reiteraram que é necessário aprofundar os estudos e as simulações para avaliar os impactos de cada proposta e construir uma solução equilibrada para a Cassi.
A coordenadora da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), Fernanda Lopes, ressaltou que o debate precisa contemplar temas que seguem sem definição. “As entidades já manifestaram concordância com a busca de um modelo híbrido de custeio. O que precisamos agora é analisar com profundidade os cenários apresentados e seus impactos para os associados. Mas também é fundamental avançar em questões que seguem sem solução, como o custeio da assistência à saúde no período pós-laboral dos funcionários admitidos após 2018 e o direito definitivo de filiação à Cassi para os colegas egressos de bancos incorporados”, afirmou.
Outro ponto destacado pela representação dos trabalhadores foi a necessidade de garantir uma solução permanente para os funcionários oriundos de bancos incorporados pelo Banco do Brasil, assegurando seu acesso ao Plano de Associados da Cassi.
Ao final do encontro, ficou definida uma nova rodada de negociações para a próxima terça-feira (9), quando as partes darão continuidade às discussões.
Para as entidades, a construção de uma saída duradoura para a Cassi passa pelo diálogo e pelo compromisso do Banco do Brasil com a manutenção da assistência à saúde dos funcionários da ativa e aposentados.
SINDICALIZE-SE
MAIS NOTÍCIAS
- Em virtude do 2º turno das eleições, Clube estará fechado no domingo (25)
- Proposta de reforma da Previdência ameaça aposentadorias e direitos dos bancários
- Grave! Banesprev exclui participantes da governança e entrega cargos de eleitos a indicados do Santander
- Governo Bolsonaro iniciou reestruturação na Caixa com ataques aos empregados e piora nas condições de trabalho
- Live dos Eleitos debate gestão e perspectivas para o futuro da Cassi nesta quinta-feira (22)
- Reforma Administrativa: planos do candidato Flávio Bolsonaro ameaçam bancários de bancos públicos
- Fenae alerta participantes da Funcef sobre riscos de contribuições em atraso
- Daniella Marques: do discurso de valorização das mulheres às propostas que preocupam os trabalhadores
- CCT 2026/2028 garante indenização extra e apoio à recolocação após fechamento de agências
- Seu voto não termina na urna: como o resultado do segundo turno afeta sua vida, trabalhador?
- Grande vitória dos trabalhadores: Senado aprova PEC do fim da escala 6x1
- COE conquista avanços em negociação sobre a PLR do Mercantil
- Sindicato abraça Campanha Outubro Rosa no mês da prevenção do câncer de mama
- Ex-presidente da Caixa e coordenadora de campanha de Flávio promete valorização, mas programa prevê cortes e desestatizações
- Assembleia elegerá delegados para o 13º Congresso da FETEC-CUT/SP. Confira o edital!