05/02/2025
BB atende movimento sindical e instala grupo de trabalho sobre demandas de incorporados
Nesta quarta-feira (5), representantes do Banco do Brasil se reuniram com representantes da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB) para anunciar a criação de Grupo de Trabalho (GT) totalmente voltado para os impasses sobre a integração dos funcionários de bancos incorporados aos planos de previdência da Previ e de assistência médica da Cassi. Os porta-vozes da empresa também reafirmaram que o banco quer apresentar, até o dia 31 de julho, uma solução definitiva.
A partir de 2008, o BB incorporou diversos bancos, como Banco Nossa Caixa (BNC), o Banco do Estado de Santa Catarina (Besc), Banco do Estado do Piauí (BEP), Banco do Estado do Rio Grande do Sul (Banrisul), Banco do Nordeste do Brasil (BNB), Banco do Estado de Sergipe (Banese) e Banco do Estado do Pará (Banpará). No processo de integração, os empregos foram mantidos, mas, até hoje, os egressos dessas empresas não tiveram acesso aos mesmos benefícios da Cassi e Previ.
"Há pelo menos 17 anos o movimento sindical bancário luta por isonomia, ou seja, tratamento igual para todos os colegas", ressaltou a coordenadora da CEBB, Fernanda Lopes. "Nossa expectativa, sobre as propostas que o BB se compromete a apresentar no dia 31 e julho, para o acesso dos incorporados à Previ e à Cassi, nos moldes dos demais colegas, é muito grande. Mas essas propostas não podem ser construídas sem a participação dos trabalhadores que, há tantos anos, lutam para a solução dessas pendências e conhecem as especificidades das várias condições dos egressos. Somente com esse diálogo vamos conseguir construir uma solução definitiva e sustentável para o processo de integração e migração", completou.
O representante da Fetrafi-SC na CEBB, Marcelo Peres, destacou que a categoria carrega uma ansiedade acumulada em anos para o fim da discriminação de tratamento. "Entendemos que existem pontos complexos para solucionar, em especial em relação à assistência de saúde, mas estamos falando de colegas que contribuem com os resultados do BB, assim como os demais, mas que não têm, até hoje, o acesso aos mesmos benefícios", pontuou.
Antônio Netto, representante da Fetec-CUT/SP na CEBB, ponderou que, como responsável direto pelas incorporações, o BB também tem a responsabilidade sobre o custeio das transições de planos. "Nós, do movimento sindical, temos durante todo o tempo desse debate reforçado alguns princípios e o primeiro deles é que todos os colegas tenham acesso aos mesmos planos de previdência e saúde, entendendo que os benefícios devem ser concedidos de forma igualitária, mas garantindo a sustentabilidade e zelo da Cassi e Previ", observou.
O dirigente do Sindicato dos Bancários de Chapecó e Região e suplente da Fetec-SC na CEBB, Sebastião de Araujo chamou a atenção para a necessidade de ampliar a rede de atendimento da Cassi e as CliniCassi. "A solução para a assistência à saúde é mais complexa. Então, essa integração precisa ser pensada com a ampliação, para que os colegas incorporados, e hoje atendidos por outro plano, não sejam prejudicados quando forem integrados à Cassi", completou.
Maria Aparecida, a Cidinha, representante da Feeb-SP/MS na CEBB, foi taxativa ao lembrar que milhares de funcionários egressos dos bancos incorporados pelo BB ainda são tratados de forma desigual. "Temos cerca de nove mil colegas nesta condição. Essa discriminação dói. Nós, do movimento sindical, estamos abertos para conversar e temos maturidade para alcançar um consenso. Mas sabemos que a solução depende de vontade política, da vontade de fazer acontecer por parte do banco", concluiu.
A partir de 2008, o BB incorporou diversos bancos, como Banco Nossa Caixa (BNC), o Banco do Estado de Santa Catarina (Besc), Banco do Estado do Piauí (BEP), Banco do Estado do Rio Grande do Sul (Banrisul), Banco do Nordeste do Brasil (BNB), Banco do Estado de Sergipe (Banese) e Banco do Estado do Pará (Banpará). No processo de integração, os empregos foram mantidos, mas, até hoje, os egressos dessas empresas não tiveram acesso aos mesmos benefícios da Cassi e Previ.
"Há pelo menos 17 anos o movimento sindical bancário luta por isonomia, ou seja, tratamento igual para todos os colegas", ressaltou a coordenadora da CEBB, Fernanda Lopes. "Nossa expectativa, sobre as propostas que o BB se compromete a apresentar no dia 31 e julho, para o acesso dos incorporados à Previ e à Cassi, nos moldes dos demais colegas, é muito grande. Mas essas propostas não podem ser construídas sem a participação dos trabalhadores que, há tantos anos, lutam para a solução dessas pendências e conhecem as especificidades das várias condições dos egressos. Somente com esse diálogo vamos conseguir construir uma solução definitiva e sustentável para o processo de integração e migração", completou.
O representante da Fetrafi-SC na CEBB, Marcelo Peres, destacou que a categoria carrega uma ansiedade acumulada em anos para o fim da discriminação de tratamento. "Entendemos que existem pontos complexos para solucionar, em especial em relação à assistência de saúde, mas estamos falando de colegas que contribuem com os resultados do BB, assim como os demais, mas que não têm, até hoje, o acesso aos mesmos benefícios", pontuou.
Antônio Netto, representante da Fetec-CUT/SP na CEBB, ponderou que, como responsável direto pelas incorporações, o BB também tem a responsabilidade sobre o custeio das transições de planos. "Nós, do movimento sindical, temos durante todo o tempo desse debate reforçado alguns princípios e o primeiro deles é que todos os colegas tenham acesso aos mesmos planos de previdência e saúde, entendendo que os benefícios devem ser concedidos de forma igualitária, mas garantindo a sustentabilidade e zelo da Cassi e Previ", observou.
O dirigente do Sindicato dos Bancários de Chapecó e Região e suplente da Fetec-SC na CEBB, Sebastião de Araujo chamou a atenção para a necessidade de ampliar a rede de atendimento da Cassi e as CliniCassi. "A solução para a assistência à saúde é mais complexa. Então, essa integração precisa ser pensada com a ampliação, para que os colegas incorporados, e hoje atendidos por outro plano, não sejam prejudicados quando forem integrados à Cassi", completou.
Maria Aparecida, a Cidinha, representante da Feeb-SP/MS na CEBB, foi taxativa ao lembrar que milhares de funcionários egressos dos bancos incorporados pelo BB ainda são tratados de forma desigual. "Temos cerca de nove mil colegas nesta condição. Essa discriminação dói. Nós, do movimento sindical, estamos abertos para conversar e temos maturidade para alcançar um consenso. Mas sabemos que a solução depende de vontade política, da vontade de fazer acontecer por parte do banco", concluiu.
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