28/11/2024
Podcast da CUT: Sérgio Nobre, presidente da Central, fala do papel e da importância da negociação coletiva
O presidente da CUT, Sérgio Nobre, participou de mais uma edição do Podcast Estúdio da CUT, cujo assunto foi a negociação coletiva.
“O melhor caminho para que os direitos sejam mantidos e ampliados”, disse o dirigente durante o bate-papo em que ele explica como funciona um acordo coletivo, por quê precisa estar presente em mais categorias e de que forma traz proteção econômica e social aos trabalhadores e trabalhadoras.
Na conversa, Sérgio Nobre fez um panorama do mundo do trabalho, afirmando que as relações passam por inovações de forma cada vez mais rápida e que a negociação é instrumento essencial para que haja regulamentação de direitos.
Como exemplo, ele cita os trabalhadores por aplicativos que hoje não têm proteção social alguma e ‘precisariam ter’.
“Se tivéssemos, por meio da negociação a regulação, não teríamos os problema que temos hoje. A lei não consegue resolver as coisas coma velocidade necessária”, disse o presidente da CUT, reiterando que para que haja negociação é preciso ter entidades representativas fortes.
“Tem que ter sindicato forte, representativo, de ambos os lados”, ele explica na conversa. Reforça ainda que é preciso que os trabalhadores tenham na figura do sindicato, uma referência de organização e seu principal instrumento de luta. “Tem que participar da vida do sindicato, exigir atuação”, disse.
Confira o bate-papo!
“O melhor caminho para que os direitos sejam mantidos e ampliados”, disse o dirigente durante o bate-papo em que ele explica como funciona um acordo coletivo, por quê precisa estar presente em mais categorias e de que forma traz proteção econômica e social aos trabalhadores e trabalhadoras.
Na conversa, Sérgio Nobre fez um panorama do mundo do trabalho, afirmando que as relações passam por inovações de forma cada vez mais rápida e que a negociação é instrumento essencial para que haja regulamentação de direitos.
Como exemplo, ele cita os trabalhadores por aplicativos que hoje não têm proteção social alguma e ‘precisariam ter’.
“Se tivéssemos, por meio da negociação a regulação, não teríamos os problema que temos hoje. A lei não consegue resolver as coisas coma velocidade necessária”, disse o presidente da CUT, reiterando que para que haja negociação é preciso ter entidades representativas fortes.
“Tem que ter sindicato forte, representativo, de ambos os lados”, ele explica na conversa. Reforça ainda que é preciso que os trabalhadores tenham na figura do sindicato, uma referência de organização e seu principal instrumento de luta. “Tem que participar da vida do sindicato, exigir atuação”, disse.
Confira o bate-papo!
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