16/03/2023
Movimento sindical cobra explicações do Itaú sobre demissões e fechamento de agências
A Comissão de Organização do Empregados (COE) do Itaú, representando o Sindicato, reúne-se com o banco, na manhã desta quinta-feira (16), para cobrar explicações sobre as recentes demissões e fechamento de agências.
O encontro será realizado de maneira presencial, no prédio da CEIC, em São Paulo.
“Vamos cobrar também mais contratações de funcionários nos locais de trabalho, para repor essas demissões, principalmente em agências”, revelou Jair Alves, coordenador da COE Itaú.
O Itaú inovou mais uma vez, para pior, comunicar recentemente uma nova forma de demitir os trabalhadores que constroem seu lucro - que em 2022 ultrapassou R$ 30 bilhões, crescimento de 14,5% em doze meses - a demissão "humanizada".
A demissão "humanizada" trata-se de um aviso ao trabalhador de que ele será demitido dali um tempo. O banco defende que esta é uma forma do bancário não ser pego de surpresa com a demissão e ter tempo para buscar a realocação.
"Com esses resultados, nada justifica a um banco, que teve seus lucros aumentados em relação ao ano anterior, continuar eliminando postos de trabalho, agora sob a nomenclatura de demissão humanizada. Gestão humanizada é valorizar seus trabalhadores, que são os principais responsáveis pelo seu lucro astronômico, com empregos e condições dignas de trabalho. Queremos do banco, que ao invés de demitir, assuma a responsabilidade de realocar estes trabalhadores na própria empresa, além de contratar novos funcionários para aliviar a sobrecarga de trabalho nas agências. Isso sim é colocar em prática o discurso de respeito e humanidade!", ressalta o diretor do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região, Ricardo Jorge Nassar Jr.
O encontro será realizado de maneira presencial, no prédio da CEIC, em São Paulo.
“Vamos cobrar também mais contratações de funcionários nos locais de trabalho, para repor essas demissões, principalmente em agências”, revelou Jair Alves, coordenador da COE Itaú.
O Itaú inovou mais uma vez, para pior, comunicar recentemente uma nova forma de demitir os trabalhadores que constroem seu lucro - que em 2022 ultrapassou R$ 30 bilhões, crescimento de 14,5% em doze meses - a demissão "humanizada".
A demissão "humanizada" trata-se de um aviso ao trabalhador de que ele será demitido dali um tempo. O banco defende que esta é uma forma do bancário não ser pego de surpresa com a demissão e ter tempo para buscar a realocação.
"Com esses resultados, nada justifica a um banco, que teve seus lucros aumentados em relação ao ano anterior, continuar eliminando postos de trabalho, agora sob a nomenclatura de demissão humanizada. Gestão humanizada é valorizar seus trabalhadores, que são os principais responsáveis pelo seu lucro astronômico, com empregos e condições dignas de trabalho. Queremos do banco, que ao invés de demitir, assuma a responsabilidade de realocar estes trabalhadores na própria empresa, além de contratar novos funcionários para aliviar a sobrecarga de trabalho nas agências. Isso sim é colocar em prática o discurso de respeito e humanidade!", ressalta o diretor do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região, Ricardo Jorge Nassar Jr.
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