12/12/2022
Dinheiro esquecido: Banco Central tem R$ 4,6 bilhões em bancos a serem devolvidos
Cerca de R$ 4,6 bilhões ainda estão 'esquecidos' em instituições financeiras para serem devolvidos. Desse montante, R$ 3,6 bilhões estão relacionados a 32 milhões de pessoas físicas e R$ 1 bilhão a 2 milhões de empresas.
As informações sobre o Sistema Valores a Receber (SVR) - que está suspenso desde abril e sem data para reabrir - foram divulgadas na quinta-feira (8) pelo Banco Central (BC).
O BC também anunciou que voltará a receber dados das instituições em janeiro. As instituições repassarão ao BC três tipos de valores esquecidos por correntistas: contas de pagamento pré-paga e pós-paga encerradas com saldo disponível; contas de registro mantidas por sociedades corretoras de títulos e valores mobiliários e por sociedades distribuidoras de títulos e valores mobiliários para registro de operações de clientes encerradas com saldo disponível; e outras situações que ensejam valores a devolver reconhecidas pelas instituições.
Assim que o sistema for reaberto, informou o BC, herdeiros, testamentários, inventariantes ou representantes legais da pessoa falecida poderão consultar a existência de valores esquecidos e receberem instruções sobre como resgatar o dinheiro.
Outra novidade será a adoção de uma fila de espera virtual para acessar o SVR. A ferramenta substituirá a lógica de acesso programado (com dia e hora definidos) que vigorou na primeira versão do sistema.
As informações sobre o Sistema Valores a Receber (SVR) - que está suspenso desde abril e sem data para reabrir - foram divulgadas na quinta-feira (8) pelo Banco Central (BC).
O BC também anunciou que voltará a receber dados das instituições em janeiro. As instituições repassarão ao BC três tipos de valores esquecidos por correntistas: contas de pagamento pré-paga e pós-paga encerradas com saldo disponível; contas de registro mantidas por sociedades corretoras de títulos e valores mobiliários e por sociedades distribuidoras de títulos e valores mobiliários para registro de operações de clientes encerradas com saldo disponível; e outras situações que ensejam valores a devolver reconhecidas pelas instituições.
Assim que o sistema for reaberto, informou o BC, herdeiros, testamentários, inventariantes ou representantes legais da pessoa falecida poderão consultar a existência de valores esquecidos e receberem instruções sobre como resgatar o dinheiro.
Outra novidade será a adoção de uma fila de espera virtual para acessar o SVR. A ferramenta substituirá a lógica de acesso programado (com dia e hora definidos) que vigorou na primeira versão do sistema.
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