28/11/2022
Contraf-CUT representa o Brasil em conferência internacional sobre previdência
A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) participa, nesta segunda-feira (28) e terça-feira (29) da Conferência do Comitê dos Sindicatos Globais sobre o Capital dos Trabalhadores, em Barcelona, Espanha. O evento ocorre no formato presencial e conta também com a participação de representantes da Federação dos Trabalhadores do Ramo Financeiro do Nordeste (Fetrafi/NE). A Contraf-CUT, juntamente com a Fetrafi/NE, defende a liberdade de sindicalização e a negociação coletiva.
Com mais de 700 participantes de 25 países diferentes, o Comitê de Capital dos Trabalhadores é uma rede sindical internacional de diálogo e ação sobre o investimento responsável do capital dos trabalhadores. O comitê conecta ativistas trabalhistas e membros do conselho de proprietários de ativos de todo o mundo, com vista à promoção do compartilhamento de informações e ações conjuntas no campo do capital dos trabalhadores.
Os tópicos da sessão para a conferência deste ano incluirão desafios e oportunidades atuais para fundos de pensão de todo o mundo, estratégias para responsabilizar os administradores de ativos sobre os direitos trabalhistas fundamentais em investimentos, o impacto dos desenvolvimentos da política financeira sustentável nos fundos de pensão e sindicatos.
De acordo com o presidente da Fetrafi/NE, Carlos Eduardo, e conselheiro consultivo eleito pelos trabalhadores do Banco do Brasil no plano PREVI Futuro, da Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil, “os recursos dos trabalhadores em fundos de pensão têm que garantir benefícios dignos e seguros nas aposentadorias, mas também respeitar direitos dos trabalhadores e sindicais. Não é razoável que os investimentos dos recursos dos trabalhadores não respeitem o direito e a liberdade de sindicalização nas empresas investidas através de fundos ou ações. Devem, também, oferecer garantias de negociações coletivas”.
Para o secretário geral da Contraf-CUT, Gustavo Tabatinga, “os fundos de pensão administram o dinheiro suado dos trabalhadores e das trabalhadoras, portanto, eles devem aplicar seus recursos de forma a respeitar os interesses dos trabalhadores. Por isso, vamos seguir na luta para que sejam investidos em empresas que respeitem a organização sindical, o meio ambiente e, principalmente, os trabalhadores. Da mesma forma, seguiremos vigilantes para que esses recursos retornem duplamente em benefícios para as trabalhadoras e trabalhadores, seja diretamente em pensões que mantenham a qualidade de vida deles na aposentadoria, seja com os investimentos que proporcionem uma sociedade mais justa”.
Os sindicalistas apresentaram o modelo dos fundos de pensão brasileiro, focando principalmente no modelo dos bancários. Cobraram ainda que representantes de fundos de pensão internacionais pressionem para que esses recursos não sejam utilizados como sanguessugas das economias dos países mais pobres e dos países em desenvolvimento.
Com mais de 700 participantes de 25 países diferentes, o Comitê de Capital dos Trabalhadores é uma rede sindical internacional de diálogo e ação sobre o investimento responsável do capital dos trabalhadores. O comitê conecta ativistas trabalhistas e membros do conselho de proprietários de ativos de todo o mundo, com vista à promoção do compartilhamento de informações e ações conjuntas no campo do capital dos trabalhadores.
Os tópicos da sessão para a conferência deste ano incluirão desafios e oportunidades atuais para fundos de pensão de todo o mundo, estratégias para responsabilizar os administradores de ativos sobre os direitos trabalhistas fundamentais em investimentos, o impacto dos desenvolvimentos da política financeira sustentável nos fundos de pensão e sindicatos.
De acordo com o presidente da Fetrafi/NE, Carlos Eduardo, e conselheiro consultivo eleito pelos trabalhadores do Banco do Brasil no plano PREVI Futuro, da Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil, “os recursos dos trabalhadores em fundos de pensão têm que garantir benefícios dignos e seguros nas aposentadorias, mas também respeitar direitos dos trabalhadores e sindicais. Não é razoável que os investimentos dos recursos dos trabalhadores não respeitem o direito e a liberdade de sindicalização nas empresas investidas através de fundos ou ações. Devem, também, oferecer garantias de negociações coletivas”.
Para o secretário geral da Contraf-CUT, Gustavo Tabatinga, “os fundos de pensão administram o dinheiro suado dos trabalhadores e das trabalhadoras, portanto, eles devem aplicar seus recursos de forma a respeitar os interesses dos trabalhadores. Por isso, vamos seguir na luta para que sejam investidos em empresas que respeitem a organização sindical, o meio ambiente e, principalmente, os trabalhadores. Da mesma forma, seguiremos vigilantes para que esses recursos retornem duplamente em benefícios para as trabalhadoras e trabalhadores, seja diretamente em pensões que mantenham a qualidade de vida deles na aposentadoria, seja com os investimentos que proporcionem uma sociedade mais justa”.
Os sindicalistas apresentaram o modelo dos fundos de pensão brasileiro, focando principalmente no modelo dos bancários. Cobraram ainda que representantes de fundos de pensão internacionais pressionem para que esses recursos não sejam utilizados como sanguessugas das economias dos países mais pobres e dos países em desenvolvimento.
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