13/07/2022
Frentes parlamentares e entidades protestam em defesa de empresas públicas
Aconteceu na tarde de terça-feira (12), no Congresso Nacional, um ato em defesa das empresas públicas e da soberania nacional, organizado pelas frentes parlamentares mistas do Serviço Público, em Defesa da Petrobras e em Defesa da Soberania Nacional.
A manifestação foi contra a venda de todo sistema que integra a Petrobras, que faz parte do projeto do governo Bolsonaro, comandado pelo ministro da Economia Paulo Guedes. Além de fundamental para o equilíbrio energético do país, o sistema Petrobras é fundamental para patrocínios em cultura, educação, esportes, infraestrutura e desenvolvimento socioambiental.
O evento, que ocorreu no auditório Nereu Ramos, teve a participação da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Federação Nacional dos Petroleiros, Federação Única dos Petroleiros, Confederação dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Federações dos trabalhadores dos Correios e da Eletrobrás, União Nacional dos Estudantes, Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação, Fórum Nacional Popular de Educação, Internacional da Educação e Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil, além de lideranças de vários partidos progressistas, como PT, Psol e PCdoB.
Segundo o secretário de Relações do Trabalho da Contraf-CUT, Jeferson Meira, o Jefão, que participou do protesto, “a soberania nacional fica ameaçada e o Brasil corre o risco de ficar dependente com o aumento de combustíveis vindo de outros países, quando o atual governo escancara a privatização tentando manchar a imagem da empresa brasileira para vendê-las”.
Para Jefão, que também é responsável pelo acompanhamento de matérias de interesse da categoria bancária em debate no parlamento, o governo tem como objetivo privatizar “os ativos mais estratégicos da Petrobras, como as refinarias, que esse governo vendeu por valores irrisórios, prejudicando ainda mais a cadeia de produção e distribuição de combustíveis no Brasil”. Atualmente quase 75% do petróleo brasileiro está na mão de empresas estrangeiras, diferentemente de outros países que não abrem mão dessa riqueza, como forma de garantir sua soberania.
Para o deputado Patrus Ananias (PT-MG), que dirigiu a audiência, “o ato foi belíssimo, com grande participação de parlamentares e também de entidades de trabalhadores vinculados à Petrobras e de outros ramos sindicais, movimentos sociais, estudantis, e eu considero muito importante neste momento essa integração de todos aqueles que têm compromissos comuns com a soberania do Brasil, com as empresas públicas e com a construção de um projeto nacional que possibilite a toda a população brasileira uma vida digna”.
PL 1583
O governo Bolsonaro também enviou ao Congresso o Projeto de Lei (PL) 1583/2022, que acaba com as vinculações do Fundo Social do Pré-Sal com as áreas de educação, saúde, ciência e tecnologia, cultura, esporte e meio ambiente.
Essa iniciativa retira cerca de R$ 200 bilhões de investimentos em políticas sociais, além de abrir caminho para a entrega de áreas do Pré-Sal ainda não licitadas para a iniciativa privada e empresas estrangeiras a preços bem abaixo do mercado, sem a participação de empresas públicas nacionais. “É um verdadeiro desmonte irresponsável de uma fundamental estrutura energética brasileira”, denuncia Jefão.
A manifestação foi contra a venda de todo sistema que integra a Petrobras, que faz parte do projeto do governo Bolsonaro, comandado pelo ministro da Economia Paulo Guedes. Além de fundamental para o equilíbrio energético do país, o sistema Petrobras é fundamental para patrocínios em cultura, educação, esportes, infraestrutura e desenvolvimento socioambiental.
O evento, que ocorreu no auditório Nereu Ramos, teve a participação da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Federação Nacional dos Petroleiros, Federação Única dos Petroleiros, Confederação dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Federações dos trabalhadores dos Correios e da Eletrobrás, União Nacional dos Estudantes, Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação, Fórum Nacional Popular de Educação, Internacional da Educação e Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil, além de lideranças de vários partidos progressistas, como PT, Psol e PCdoB.
Segundo o secretário de Relações do Trabalho da Contraf-CUT, Jeferson Meira, o Jefão, que participou do protesto, “a soberania nacional fica ameaçada e o Brasil corre o risco de ficar dependente com o aumento de combustíveis vindo de outros países, quando o atual governo escancara a privatização tentando manchar a imagem da empresa brasileira para vendê-las”.
Para Jefão, que também é responsável pelo acompanhamento de matérias de interesse da categoria bancária em debate no parlamento, o governo tem como objetivo privatizar “os ativos mais estratégicos da Petrobras, como as refinarias, que esse governo vendeu por valores irrisórios, prejudicando ainda mais a cadeia de produção e distribuição de combustíveis no Brasil”. Atualmente quase 75% do petróleo brasileiro está na mão de empresas estrangeiras, diferentemente de outros países que não abrem mão dessa riqueza, como forma de garantir sua soberania.
Para o deputado Patrus Ananias (PT-MG), que dirigiu a audiência, “o ato foi belíssimo, com grande participação de parlamentares e também de entidades de trabalhadores vinculados à Petrobras e de outros ramos sindicais, movimentos sociais, estudantis, e eu considero muito importante neste momento essa integração de todos aqueles que têm compromissos comuns com a soberania do Brasil, com as empresas públicas e com a construção de um projeto nacional que possibilite a toda a população brasileira uma vida digna”.
PL 1583
O governo Bolsonaro também enviou ao Congresso o Projeto de Lei (PL) 1583/2022, que acaba com as vinculações do Fundo Social do Pré-Sal com as áreas de educação, saúde, ciência e tecnologia, cultura, esporte e meio ambiente.
Essa iniciativa retira cerca de R$ 200 bilhões de investimentos em políticas sociais, além de abrir caminho para a entrega de áreas do Pré-Sal ainda não licitadas para a iniciativa privada e empresas estrangeiras a preços bem abaixo do mercado, sem a participação de empresas públicas nacionais. “É um verdadeiro desmonte irresponsável de uma fundamental estrutura energética brasileira”, denuncia Jefão.
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