12/07/2022
Inadimplência bate recorde e atinge 66,6 milhões de brasileiros em maio
Em meio à crise econômica, com a inflação acima de dois dígitos desde setembro do ano passado, a taxa básica de juros (Selic) a 13,75%, a de desemprego ainda alta atingindo mais de 10 milhões de trabalhadores, além dos salários em queda, os brasileiros não estão conseguindo pagar suas contas.
O resultado é que, em maio, o Brasil registrou o maior contingente de inadimplentes desde o começo da série histórica da pesquisa do Serasa Experian de Inadimplência do Consumidor, iniciada em 2016. No total, 66,6 milhões de pessoas estão endividadas no País, o equivalente a 31% da população, de acordo com os dados da Serasa divulgados na segunda-feira (11).
De acordo com a pesquisa, foi registrado em um ano um aumento de 4 milhões de nomes negativados, popularmente chamados de 'nomes sujos' porque perdem o direito de fazer empréstimos além de outras restrições ao crédito.
O cartão de crédito permanece como o vilão com o maior volume de dívidas negativadas, 28,2% do total das dívidas. Em seguida aparecem as contas básicas como água, luz e gás, com 22,7%. Em terceiro lugar ficam os setores de varejo e financeiras, com 12,5% cada um.
Na análise por estado, São Paulo concentra o maior número de inadimplentes (15,6 milhões), seguido pelo Rio de Janeiro (6,7 milhões), Minas Gerais (6,3 milhões), Bahia (4,1 milhões) e Paraná (3,5 milhões).
O resultado é que, em maio, o Brasil registrou o maior contingente de inadimplentes desde o começo da série histórica da pesquisa do Serasa Experian de Inadimplência do Consumidor, iniciada em 2016. No total, 66,6 milhões de pessoas estão endividadas no País, o equivalente a 31% da população, de acordo com os dados da Serasa divulgados na segunda-feira (11).
De acordo com a pesquisa, foi registrado em um ano um aumento de 4 milhões de nomes negativados, popularmente chamados de 'nomes sujos' porque perdem o direito de fazer empréstimos além de outras restrições ao crédito.
O cartão de crédito permanece como o vilão com o maior volume de dívidas negativadas, 28,2% do total das dívidas. Em seguida aparecem as contas básicas como água, luz e gás, com 22,7%. Em terceiro lugar ficam os setores de varejo e financeiras, com 12,5% cada um.
Na análise por estado, São Paulo concentra o maior número de inadimplentes (15,6 milhões), seguido pelo Rio de Janeiro (6,7 milhões), Minas Gerais (6,3 milhões), Bahia (4,1 milhões) e Paraná (3,5 milhões).
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