11/07/2022
Fundos de Pensão não podem cobrar juros acima de 12% ao ano em empréstimos aos participantes
No final do mês de junho, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que as entidades fechadas de previdência complementar estão proibidas de cobrar juros acima de 12% ao ano nos contratos de empréstimos aos participantes. Segundo o Tribunal, os fundos de pensão não integram o Sistema Financeiro Nacional.
De acordo com a decisão, “nos contratos de mútuo celebrados pelas entidades fechadas de previdência complementar com seus participantes/beneficiários, é ilegítima a cobrança de juros remuneratórios acima do limite legal e apenas estão autorizados a arrecadar capitalização de juros na periodicidade anual”, diz o texto.
As operações com os participantes são uma das carteiras mais rentáveis para a Fundação dos Economiários Federais (Funcef). No balanço de 2021, o segmento alcançou 18,74%, acima da meta do período, de 15,12%. Na avaliação da Fenae, a Funcef não é um banco e não é justo o relacionamento com o participante como se fosse cliente, especialmente com o endividamento da população.
De acordo com a assessoria jurídica da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal (Fenae), “a decisão é importante e pode subsidiar participantes e assistidos nas revisões dos contratos que possuem com as entidades. É preciso que um advogado analise o caso concreto e que se busque uma renegociação amigável com o Fundo, ou se proponha ação judicial”, informou.
De acordo com a decisão, “nos contratos de mútuo celebrados pelas entidades fechadas de previdência complementar com seus participantes/beneficiários, é ilegítima a cobrança de juros remuneratórios acima do limite legal e apenas estão autorizados a arrecadar capitalização de juros na periodicidade anual”, diz o texto.
As operações com os participantes são uma das carteiras mais rentáveis para a Fundação dos Economiários Federais (Funcef). No balanço de 2021, o segmento alcançou 18,74%, acima da meta do período, de 15,12%. Na avaliação da Fenae, a Funcef não é um banco e não é justo o relacionamento com o participante como se fosse cliente, especialmente com o endividamento da população.
De acordo com a assessoria jurídica da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal (Fenae), “a decisão é importante e pode subsidiar participantes e assistidos nas revisões dos contratos que possuem com as entidades. É preciso que um advogado analise o caso concreto e que se busque uma renegociação amigável com o Fundo, ou se proponha ação judicial”, informou.
SINDICALIZE-SE
MAIS NOTÍCIAS
- Brasil é 55,5% negro, mas terá apenas 26% das cadeiras da Câmara em 2027
- Novembro Azul: informação, prevenção e combate ao preconceito salvam vidas
- Banco Central mantém Selic em 13,75% enquanto mercado financeiro faz pressão especulativa
- Itaú lucra R$ 37,3 bilhões, mas elimina 3.259 empregos e fecha 334 agências em um ano
- Santander: Assembleia virtual nesta sexta-feira (6) delibera sobre ACT e Acordo de PPRS
- Copom decide nesta quarta-feira (4) se reduz ou mantém Selic em 13,75% ao ano
- Sindicato entrega mais de 200 kg de alimentos ao projeto social Prateleira Solidária
- Novas regras do VA e VR ampliam opções de uso; bancários têm benefícios acima da média nacional
- Saúde Caixa começa a compartilhar rede credenciada com a Cassi nesta quarta-feira (4)
- Festa dos Bancários 2026 reúne categoria em dia de confraternização, premiações e solidariedade
- Brasil bate recorde de pessoas com trabalho desde 2012
- A eleição acabou, mas a participação continua: saiba quem e pelo que cobrar
- COE cobra avanços do Bradesco em PPR, banco de horas e condições de trabalho
- Santander lucra R$ 9,7 bilhões, mas fecha quase 6 mil postos de trabalho
- Negociação da Cassi avança com proposta de aporte de R$ 2,288 bilhões