11/07/2022
Campanha Nacional: espaço a pessoas com deficiência tem de aumentar
O combate à discriminação de pessoas com deficiência (PCD) no setor bancário foi defendido pelos representantes da categoria na mais recente rodada de negociação da Campanha 2022, em reunião com a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), na quarta-feira (6).
A legislação determina que empresas com mais de mil empregados, como os bancos, tenham pelos menos 5% de PCDs em seus quadros. Porém, segundo os dados mais recentes da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), de 2019, apresentados na reunião em estudo do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese), esse índice chegava a apenas 3,4% da categoria, ou 15.568 empregados.
Plena inclusão
“Além de mais contratação, a categoria bancária exige a plena inclusão e integração de trabalhadores e trabalhadoras com deficiência e o combate efetivo a qualquer forma de discriminação”, afirma o secretário de Políticas Sociais da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Elias Jordão. “Também é dever de todos, sociedade e empresa, garantir que haja garantia plena para que seu trabalho seja feito em condições dignas e com respeito a suas limitações ou recomendações médicas”, completa Elias.
Entre as ações necessárias para o cumprimento das cláusulas específicas relacionadas aos bancários com deficiência, estão cursos de formação, conhecimento de Libras por pelo menos um funcionário por setor, promoção de acessibilidade universal, subsídio a aquisição de equipamentos (cadeiras de roda, muletas, prótese, bengala, óculos, aparelho auditivo, órteses) e a concessão de transporte especial e de financiamento de veículo.
Roberto Carlos Vicentim, presidente do Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região, destaca que a entidade sempre teve como uma de suas principais bandeiras a luta pela efetividade das políticas públicas, sobretudo para assegurar a dignidade da pessoa humana, e vem reivindicando aos bancos medidas de inclusão mais efetivas e condições de trabalho dignas e adequadas.
"Não daremos nenhum passo atrás. Temos de fazer o debate junto aos trabalhadores para que toda evolução em relação a igualdade de oportunidades não se perca, e se amplie. Lutamos por uma igualdade que reconheça as diferenças e de uma diferença que não produza, alimente ou reproduza as desigualdades, sobretudo no ambiente de trabalho", enfatiza o dirigente.
Continuidade das negociações
Após todas as reuniões, que seguem até 11 de agosto, a comissão da Fenaban levará aos bancos as propostas do Comando Nacional dos Bancários. Ao final, será apresentada uma proposta global, com todos os temas em negociação.
Calendário de reuniões
A legislação determina que empresas com mais de mil empregados, como os bancos, tenham pelos menos 5% de PCDs em seus quadros. Porém, segundo os dados mais recentes da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), de 2019, apresentados na reunião em estudo do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese), esse índice chegava a apenas 3,4% da categoria, ou 15.568 empregados.
Plena inclusão
“Além de mais contratação, a categoria bancária exige a plena inclusão e integração de trabalhadores e trabalhadoras com deficiência e o combate efetivo a qualquer forma de discriminação”, afirma o secretário de Políticas Sociais da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Elias Jordão. “Também é dever de todos, sociedade e empresa, garantir que haja garantia plena para que seu trabalho seja feito em condições dignas e com respeito a suas limitações ou recomendações médicas”, completa Elias.
Entre as ações necessárias para o cumprimento das cláusulas específicas relacionadas aos bancários com deficiência, estão cursos de formação, conhecimento de Libras por pelo menos um funcionário por setor, promoção de acessibilidade universal, subsídio a aquisição de equipamentos (cadeiras de roda, muletas, prótese, bengala, óculos, aparelho auditivo, órteses) e a concessão de transporte especial e de financiamento de veículo.
Roberto Carlos Vicentim, presidente do Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região, destaca que a entidade sempre teve como uma de suas principais bandeiras a luta pela efetividade das políticas públicas, sobretudo para assegurar a dignidade da pessoa humana, e vem reivindicando aos bancos medidas de inclusão mais efetivas e condições de trabalho dignas e adequadas.
"Não daremos nenhum passo atrás. Temos de fazer o debate junto aos trabalhadores para que toda evolução em relação a igualdade de oportunidades não se perca, e se amplie. Lutamos por uma igualdade que reconheça as diferenças e de uma diferença que não produza, alimente ou reproduza as desigualdades, sobretudo no ambiente de trabalho", enfatiza o dirigente.
Continuidade das negociações
Após todas as reuniões, que seguem até 11 de agosto, a comissão da Fenaban levará aos bancos as propostas do Comando Nacional dos Bancários. Ao final, será apresentada uma proposta global, com todos os temas em negociação.
Calendário de reuniões
- Sexta-feira, 22 de julho: Cláusulas Sociais e Teletrabalho
- Quinta-feira, 28 de julho: Cláusulas Sociais e Segurança Bancária
- Segunda-feira, 1º de agosto: Saúde e Condições de Trabalho
- Quarta-feira, 3 de agosto: Cláusulas Econômicas
- Segunda-feira, 8 de agosto: Cláusulas Econômicas
- Quinta-feira, 11 de agosto: Continuação das Cláusulas Econômicas
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