19/07/2019
Caixa já contrata sem Saúde Caixa; banco não é mais obrigado incluir novos trabalhadores

Na última segunda-feira (15) a Caixa celebrou a contratação de 174 novos empregados, iniciativa tomada somente após a condenação do banco na Ação Civil Pública pelo descumprimento da cota legal de pessoas com deficiência e reabilitados.
Os recém-chegados ao banco, aprovados no concurso de 2014, não terão acesso ao Saúde Caixa. O plano de saúde já não é mais obrigatório aos trabalhadores contratados após 31 de agosto de 2018.
O Acordo Coletivo vigente não garante o Saúde Caixa aos novos entrantes e a reversão desse quadro na negociação do próximo ACT é fundamental para a manutenção do plano.
O Saúde Caixa é um direito adquirido pelo trabalhador da Caixa, fruto de um longo processo de mobilização e de greve da categoria. Para fazer frente ao interesse do banco de reduzir despesas às custas da saúde do trabalhador é necessário um plano de enfrentamento.
Não há saída além da união e da mobilização de todas as 280 mil pessoas que ficarão sem plano de Saúde. “Não virá fácil pra nós. O plano é fruto de muito suor e negociação, e se não fizermos as pessoas entenderem que temos que repetir a dose, vamos todos ficar sem o Saúde Caixa. Depois não vai adiantar chorar”, desabafa a diretora de Saúde e Previdência da Fenae, Fabiana Matheus.
Há que se pôr fim à discriminação aos novos contratados e, mais do que isso, à imposição do limite de 6.5% da folha como participação da Caixa no custeio do Saúde Caixa. Esse limite quebra a atual forma de financiamento, que determina 70% do custeio assistencial por conta da Caixa e 30% para os usuários. Análise de consultoria contratada pela Caixa indica que, seguindo o limite de 6.5%, o deficit em 2023 será de 1,8 bilhão e terá que ser bancado pelos usuários.
O Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região, junto às demais entidades representativas, conclama trabalhadores da Caixa a olhar esse problema de frente. Traremos ainda mais informações para elucidar todas as questões que o Saúde Caixa enfrenta e para compartilhar estratégias de enfrentamento.
Sem garantias após o final do acordo coletivo, mudanças no modelo de custeio do plano e diretrizes colocadas pelo governo, por meio da resolução CGPAR 23, o Saúde Caixa agoniza. Não há mais como tapar os olhos. Saúde Caixa, agora é com a gente!
Os recém-chegados ao banco, aprovados no concurso de 2014, não terão acesso ao Saúde Caixa. O plano de saúde já não é mais obrigatório aos trabalhadores contratados após 31 de agosto de 2018.
O Acordo Coletivo vigente não garante o Saúde Caixa aos novos entrantes e a reversão desse quadro na negociação do próximo ACT é fundamental para a manutenção do plano.
O Saúde Caixa é um direito adquirido pelo trabalhador da Caixa, fruto de um longo processo de mobilização e de greve da categoria. Para fazer frente ao interesse do banco de reduzir despesas às custas da saúde do trabalhador é necessário um plano de enfrentamento.
Não há saída além da união e da mobilização de todas as 280 mil pessoas que ficarão sem plano de Saúde. “Não virá fácil pra nós. O plano é fruto de muito suor e negociação, e se não fizermos as pessoas entenderem que temos que repetir a dose, vamos todos ficar sem o Saúde Caixa. Depois não vai adiantar chorar”, desabafa a diretora de Saúde e Previdência da Fenae, Fabiana Matheus.
Há que se pôr fim à discriminação aos novos contratados e, mais do que isso, à imposição do limite de 6.5% da folha como participação da Caixa no custeio do Saúde Caixa. Esse limite quebra a atual forma de financiamento, que determina 70% do custeio assistencial por conta da Caixa e 30% para os usuários. Análise de consultoria contratada pela Caixa indica que, seguindo o limite de 6.5%, o deficit em 2023 será de 1,8 bilhão e terá que ser bancado pelos usuários.
O Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região, junto às demais entidades representativas, conclama trabalhadores da Caixa a olhar esse problema de frente. Traremos ainda mais informações para elucidar todas as questões que o Saúde Caixa enfrenta e para compartilhar estratégias de enfrentamento.
Sem garantias após o final do acordo coletivo, mudanças no modelo de custeio do plano e diretrizes colocadas pelo governo, por meio da resolução CGPAR 23, o Saúde Caixa agoniza. Não há mais como tapar os olhos. Saúde Caixa, agora é com a gente!
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