28/06/2019
Câmara dos Deputados adia apresentação do relatório da Previdência na Comissão Especial

Atraso na tramitação da reforma contraria o cronograma estabelecido pelo governo
A Câmara dos Deputados cancelou a reunião da Comissão Especial que analisa a PEC 6/2019 (Proposta de Emenda Constitucional), que altera as regras da Previdência, agendada para a quinta-feira (27), em Brasília. O relator do texto, deputado Samuel Moreira (PSDB-SP), iria apresentar sua versão da proposta, às 9h.
Com essa decisão, o cronograma do principal projeto econômico do governo Jair Bolsonaro (PSL) tramitando no Congresso Nacional sofre mais um revés e a votação no plenário, se nada mudar, deve ocorrer no segundo semestre.
Os líderes do Centrão, grupo formado por parlamentares do PTB, PP, Solidariedade, PSDC, MDB e PR, que juntos formam maioria na Câmara, trabalharam para impedir que Moreira apresentasse as mudanças em seu substitutivo esta semana porque ainda querem fazer mudanças no texto. Entre as mudanças que o Centrão pretende colocar na PEC 6/2019 estão regras menos duras nos critérios de aposentadoria para professores, uma das categorias mais afetadas pela reforma, e, também, para os próprios deputados.
A bancada do PSL, partido do presidente, também é responsável pelo adiamento. Aliados do governo querem colocar no texto regras que beneficiem profissionais de segurança pública, segmento no qual o partido tem muitos eleitores.
Com o adiamento, a leitura e a votação do relatório da PEC ficaram para a próxima semana, provavelmente na terça-feira (2).
O governo pretendia votar a matéria no plenário da Câmara ainda no início de julho, antes do recesso parlamentar, que começa no dia 18 de julho.
Com essa decisão, o cronograma do principal projeto econômico do governo Jair Bolsonaro (PSL) tramitando no Congresso Nacional sofre mais um revés e a votação no plenário, se nada mudar, deve ocorrer no segundo semestre.
Os líderes do Centrão, grupo formado por parlamentares do PTB, PP, Solidariedade, PSDC, MDB e PR, que juntos formam maioria na Câmara, trabalharam para impedir que Moreira apresentasse as mudanças em seu substitutivo esta semana porque ainda querem fazer mudanças no texto. Entre as mudanças que o Centrão pretende colocar na PEC 6/2019 estão regras menos duras nos critérios de aposentadoria para professores, uma das categorias mais afetadas pela reforma, e, também, para os próprios deputados.
A bancada do PSL, partido do presidente, também é responsável pelo adiamento. Aliados do governo querem colocar no texto regras que beneficiem profissionais de segurança pública, segmento no qual o partido tem muitos eleitores.
Com o adiamento, a leitura e a votação do relatório da PEC ficaram para a próxima semana, provavelmente na terça-feira (2).
O governo pretendia votar a matéria no plenário da Câmara ainda no início de julho, antes do recesso parlamentar, que começa no dia 18 de julho.
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