Salário mínimo de março deveria ser de R$ 3.706,44, três vezes maior que o em vigor

Para pagar as principais despesas, uma família de quatro pessoas deveria ter um salário mínimo de R$ 3.706,44, em março.
Esse valor é 3,89 vezes maior do que o salário mínimo em vigor, de R$ 954. O poder de compra do salário mínimo perdeu ainda mais poder de compra este ano porque o reajuste autorizado pelo governo Temer foi abaixo da inflação acumulada no ano passado, de 2,07%.
O levantamento, divulgado no último dia 05 pelo Dieese, leva em consideração o custo de itens considerados necessidades básicas de uma família, como determina a Constituição, entre eles moradia, educação, alimentação, saúde, lazer, higiene, transporte, previdência e vestuário.
O valor do mínimo ideal é calculado pelo Dieese com base no valor mais caro da cesta básica entre as 27 capitais brasileiras - em março, o Rio de Janeiro liderou o ranking, com uma cesta básica saindo por R$ 441,19.
MAIS NOTÍCIAS
- Caixa apresenta proposta final para o Saúde Caixa e negociações avançam em carreira e remuneração variável
- Banco do Brasil apresenta proposta para renovação do ACT específico
- Categoria garante aumento real, mantém direitos e alcança novas conquistas; Proposta será submetida às assembleias
- 28 de agosto marca trajetória de luta e conquistas dos bancários
- Comando Nacional derrota propostas de arrocho salarial
- Banco do Brasil apresenta avanços em negociação, mas funcionalismo cobra propostas financeiras
- Caixa lucra R$ 7,4 bilhões no semestre e movimento sindical cobra valorização dos empregados
- Caixa promete apresentar nova proposta para o Saúde Caixa nesta sexta-feira (28)
- Sindicato celebra bancários com sorteio de prêmios e reforça mobilização na Campanha Nacional
- Campanha Nacional: Sem aumento real não dá, Fenaban!
- Caixa não apresenta nova proposta para o Saúde Caixa
- Negociação com a Caixa: Saúde Caixa, carreira, condições de trabalho e contratações estão no centro da Campanha; veja resumo até aqui
- Negociação do Banco do Brasil segue sem avanço nas principais reivindicações
- Sete mesas, muitas cobranças e poucas respostas: relembre a negociação com o BB
- Banqueiros propõem reajuste de 62% da inflação, um dos piores de 2026. Comando rejeitou na mesa