17/02/2017
Entidades sindicais pressionam e governo federal dá satisfação sobre vale-cultura
Já cobrou seu vale-cultura hoje? Se ainda não, faça! Se já o fez, insista! (veja abaixo como). O governo federal, por meio do Ministério da Cultura, divulgou nota no início da tarde desta quinta 16 dando uma satisfação sobre o atraso nos trâmites burocráticos que viabilizam a concretização do direito de milhares de trabalhadores brasileiros, inclusive os bancários.
Diz a nota que a renovação do incentivo fiscal concedido às empresas que disponibilizam o vale-cultura "já está em tramitação e deve ser publicada em breve." Sem a prorrogação, prevista no do Programa de Cultura do Trabalhador – previsto pela lei 12.761/2012 –, os bancos suspenderam o pagamento desde janeiro. (leia a íntegra da nota)
A concessão do vale-cultura pelos bancos aos seus funcionários é direito da categoria conquistado na Campanha Nacional de 2013 e previsto na cláusula 69 da Convenção Coletiva de Trabalho dos bancários (com validade 2016/2018).
Diante da demora do governo Temer em renovar o incentivo, ainda em janeiro os sindicatos entraram em contato com a coordenação-geral do Programa de Cultura do Trabalhador e a informação foi de que o pedido de prorrogação do benefício já havia sido feito e aguardava aprovação do Ministério da Fazenda.
Somente na categoria bancária, 162 mil trabalhadores usufruem do vale-cultura. "A interrupção do pagamento dificulta o acesso desses trabalhadores a livros, cinema, teatro e museus, por exemplo, impossibilitando ainda mais a democratização da cultura no país. Por isso, o Sindicato está atento e mantém pressão sobre o governo para fazer valer mais esse direito do trabalhador, ressalta o presidente do Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região Roberto Carlos Vicentim.
Entenda
O vale-cultura é um cartão com crédito de R$ 50 mensais para aquisição de bens culturais. Os valores não gastos ficam acumulados para o mês seguinte. Trabalhadores que ganham até cinco salários mínimos (atualmente R$ 4.685) podem requerer o direito junto ao RH dos bancos.
Os empregados da Caixa conquistaram, em acordo aditivo, o direito ao pagamento do vale-cultura para quem ganha até oito salários mínimos. Porém tudo isso só vale com a renovação da lei.
Tem banco descontando sem pagar!
Os trabalhadores que optam pelo vale-cultura têm crédito de R$ 50 mensais e, conforme a lei prevê, desconto de 2% (para quem ganha um salário mínimo) até 10% (para quem ganha cinco salários mínimos) nos salários.
Diz a nota que a renovação do incentivo fiscal concedido às empresas que disponibilizam o vale-cultura "já está em tramitação e deve ser publicada em breve." Sem a prorrogação, prevista no do Programa de Cultura do Trabalhador – previsto pela lei 12.761/2012 –, os bancos suspenderam o pagamento desde janeiro. (leia a íntegra da nota)
A concessão do vale-cultura pelos bancos aos seus funcionários é direito da categoria conquistado na Campanha Nacional de 2013 e previsto na cláusula 69 da Convenção Coletiva de Trabalho dos bancários (com validade 2016/2018).
Diante da demora do governo Temer em renovar o incentivo, ainda em janeiro os sindicatos entraram em contato com a coordenação-geral do Programa de Cultura do Trabalhador e a informação foi de que o pedido de prorrogação do benefício já havia sido feito e aguardava aprovação do Ministério da Fazenda.
Somente na categoria bancária, 162 mil trabalhadores usufruem do vale-cultura. "A interrupção do pagamento dificulta o acesso desses trabalhadores a livros, cinema, teatro e museus, por exemplo, impossibilitando ainda mais a democratização da cultura no país. Por isso, o Sindicato está atento e mantém pressão sobre o governo para fazer valer mais esse direito do trabalhador, ressalta o presidente do Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região Roberto Carlos Vicentim.
Proteste exigindo a prorrogação do programa federal:
Clique nos links para cobrar o Governo Federal, Ministério da Fazenda, Ouvidoria Ministério da Cultura, o próprio Ministério da Cultura, Câmara dos Deputados e Senado Federal. Envie sua mensagem com o texto: “Nós, trabalhadores, exigimos do governo federal a renovação da lei que prevê o pagamento do vale-cultura”.Entenda
O vale-cultura é um cartão com crédito de R$ 50 mensais para aquisição de bens culturais. Os valores não gastos ficam acumulados para o mês seguinte. Trabalhadores que ganham até cinco salários mínimos (atualmente R$ 4.685) podem requerer o direito junto ao RH dos bancos.
Os empregados da Caixa conquistaram, em acordo aditivo, o direito ao pagamento do vale-cultura para quem ganha até oito salários mínimos. Porém tudo isso só vale com a renovação da lei.
Tem banco descontando sem pagar!
Os trabalhadores que optam pelo vale-cultura têm crédito de R$ 50 mensais e, conforme a lei prevê, desconto de 2% (para quem ganha um salário mínimo) até 10% (para quem ganha cinco salários mínimos) nos salários.
SINDICALIZE-SE
MAIS NOTÍCIAS
- Mesa de negociação com Banco do Brasil foi remarcada para terça-feira (1º)
- Caixa apresenta proposta final para o Saúde Caixa e negociações avançam em carreira e remuneração variável
- Categoria garante aumento real, mantém direitos e alcança novas conquistas; Proposta será submetida às assembleias
- Banco do Brasil apresenta proposta para renovação do ACT específico
- 28 de agosto marca trajetória de luta e conquistas dos bancários
- Banco do Brasil apresenta avanços em negociação, mas funcionalismo cobra propostas financeiras
- Caixa lucra R$ 7,4 bilhões no semestre e movimento sindical cobra valorização dos empregados
- Comando Nacional derrota propostas de arrocho salarial
- Caixa promete apresentar nova proposta para o Saúde Caixa nesta sexta-feira (28)
- Sindicato celebra bancários com sorteio de prêmios e reforça mobilização na Campanha Nacional
- Campanha Nacional: Sem aumento real não dá, Fenaban!
- Caixa não apresenta nova proposta para o Saúde Caixa
- Negociação com a Caixa: Saúde Caixa, carreira, condições de trabalho e contratações estão no centro da Campanha; veja resumo até aqui
- Negociação do Banco do Brasil segue sem avanço nas principais reivindicações
- Banqueiros propõem reajuste de 62% da inflação, um dos piores de 2026. Comando rejeitou na mesa